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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que quase todos os programas terão Inteligência Artificial (IA). Segundo estudos, fornecedores de software estão introduzindo IA em suas estratégias de produtos e que a tecnologia estará amplamente disseminada até 2020.
Em janeiro de 2016, o termo “Inteligência Artificial” não estava entre os 100 mais procurados no site do Gartner. Agora, esse termo já ocupa a 7ª posição entre os mais procurados, indicando a popularidade do tópico e interesse dos clientes do Gartner em entender como a Inteligência Artificial pode e deve ser usada como parte de suas estratégias de negócios digitais. O Gartner prevê que, até 2020, IA será uma das cinco prioridades de investimento para mais de 30% dos CIOs.
“Conforme a Inteligência Artificial cresce nas pesquisas do Gartner no formato Hype Cycle, mais fornecedores de software ampliam sua participação para essa corrida”, diz Jim Hare, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner. “A Inteligência Artificial oferece possibilidades empolgantes, mas a maior parte dos fornecedores infelizmente está focada em simplesmente construir e vender um produto baseado em IA, em vez de primeiro identificar necessidades, usos potenciais e valor de negócio para os consumidores.” Esse tema, que tem chamado cada vez mais a atenção das empresas, será discutido no Symposium/ITxpo 2017, o maior evento de tecnologia do mundo e que terá sua edição brasileira de 23 a 26 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.
A Inteligência Artificial se refere a sistemas que mudam comportamentos sem serem explicitamente programados, baseados em dados coletados, análises de uso e outras observações. Embora haja um medo generalizado de que a IA substitua seres humanos, a realidade é que essa tecnologia e a de Aprendizado de Máquina hoje podem e fazem muito para aumentar as capacidades humanas. Máquinas podem, uma vez treinadas, fazer algumas coisas de forma melhor e mais rápida do que humanos. A combinação dos dois pode garantir melhores resultados do que quando separados.
Para explorar as oportunidades da Inteligência Artificial, o Gartner Symposium/ITxpo 2017 revelará em detalhes aos provedores de tecnologia como responder a três questões-chave:

1) Ausência de diferenciação cria confusão e atrasa decisões de compra – O grande aumento de startups e fornecedores que dizem oferecer produtos com Inteligência Artificial sem nenhum diferencial real está confundindo os consumidores. Mais de mil vendedores com aplicações e plataformas descrevem a si mesmos como fornecedores de IA ou dizem que usam IA em seus produtos. Similar a Greenwashing – em que companhias exageram no discurso de preocupação ambiental de seus produtos ou práticas para obter benefícios em seus negócios –, muitos fornecedores de tecnologia estão agora “IA Washing”, aplicando o rótulo IA de forma indiscriminada. De acordo com pesquisas do Gartner, esse uso generalizado de “IA Washing” já tem consequências reais para o investimento em tecnologia. Para construir uma relação de confiança com seus usuários finais, as organizações devem focar em construir um portfólio de estudos de caso com resultados quantificáveis usando Inteligência Artificial. “Use o termo ‘IA’ com sabedoria em suas vendas e materiais de marketing”, diz Hare. “Seja claro sobre o que diferencia suas ofertas de Inteligência Artificial e que problemas elas resolvem.”

2) Recursos já testados e menos complexos de Aprendizado de Máquina podem cuidar de muitas necessidades do usuário final – Avanços em IA, como Aprendizagem Profunda (Deep Learning), criam muita expectativa, mas ofuscam o valor de abordagens mais diretas e testadas. O Gartner recomenda que fornecedores usem uma abordagem mais simples que consiga atingir o objetivo em vez de técnicas de Inteligência Artificial sofisticadas.

3) As organizações não têm as habilidades para avaliar, construir e implementar soluções de IA – O Symposium/ITxpo 2017 apresentará pesquisa exclusiva realizada pelo Gartner a qual mostra que mais da metade dos entrevistados indica que a falta de habilidades necessárias na equipe foi o maior desafio para adotar a IA em suas organizações. A pesquisa constatou que as empresas estão atualmente procurando soluções de IA que possam melhorar a tomada de decisão e a automação do processo. Se tivessem escolha, muitas empresas comprariam soluções de IA já integradas em vez de tentarem construir uma solução customizada.
“Fornecedores de software precisam focar em oferecer soluções para problemas de negócios em vez de apenas tecnologia de ponta”, diz Hare. “Destaque como sua solução de IA ajuda a compensar a falta de habilidades e como ela pode gerar valor mais rápido do que uma solução customizada de IA feita dentro da empresa.”

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Por Adriano Gaudêncio, Diretor de Arquiteturas e Soluções da Cisco Brasil

O negócio de data center mudou drasticamente nos últimos anos. Ao longo desse processo, em muitos casos, a discussão se perdeu e deixou de ser orientada ao potencial da inovação desses equipamentos para uma conversa apenas focada em preço. Mas o que esperar dessa tecnologia nos dias de hoje: Será que os centros de processamento de dados viraram commodity?

Cada vez mais, o papel da tecnologia da informação se intensifica e impacta rotinas de toda organização. Foi-se o tempo da TI como suporte ou mal necessário para ocupar a posição de elemento crucial para habilitar inovações e novas oportunidades de negócios.

Nesse contexto, a resposta à pergunta do primeiro parágrafo é um sonoro “não”. O cenário complexo dos dias atuais exige plataformas computacionais consistentes, integradas e capazes de se adaptarem dentro um contexto, construídas para entregar recursos rapidamente, com altos níveis de segurança, disponibilidade total e garantir uma excelente experiência aos clientes.

O servidor é a peça fundamental no alicerce tecnológico que impulsiona a transformação digital das empresas e cumpre o papel que não pode se resumir ao de uma commodity. Esses equipamentos precisam atuar como um sistema completo, capaz de conectar e integrar todas as peças da infraestrutura, e assim funcionar como uma alavanca de crescimento.

Um verdadeiro data center digital deve ser capaz de ampliar o desempenho das aplicações, além de aumentar a segurança e a confiança por meio de múltiplas nuvens provendo uma rede que possa aprender, proteger e se adaptar, constantemente, de acordo com as demandas que movem os negócios de cada empresa.

As mudanças nos cenários de negócio têm um impacto significativo no ambiente tecnológico e criaram um “novo normal” que desafia a TI. Os líderes de tecnologia precisam pensar nos servidores de data center como ferramentas capazes de lidar com três cenários específicos:

1. Nuvens por todos os lados. As aplicações não são mais monolíticas e habitam diferentes espaços. Com isso, uma abordagem que contempla múltiplas nuvens se faz fundamental. Servidores aptos a potencializar, de forma simples e automatizada, um cenário composto por diversas nuvens públicas e privadas deixam de ser uma opção para se tornarem uma necessidade.

2. Aplicações movem negócios. Em qualquer empresa ou indústria, as aplicações são um fator-chave de sucesso. Toda nuvem ou data center construído no planeta precisa ter servidores para garantir o melhor desempenho e disponibilidade dos apps, potencializando a experiência dos usuários. Além disso, o ambiente tem que oferecer a agilidade para que times de desenvolvimento e operações entreguem inovações rapidamente que habilitarão novas oportunidades de negócio.

3. A segurança deve ser pervasiva. Esse avanço na importância dos data centers exige elevação nos níveis de proteção para diminuir falhas e reduzir superfície de ataques. A segurança das aplicações, infraestrutura, dados, usuários e dispositivos deve ser ininterrupta para barrar qualquer ameaça. E essa abordagem precisa estar intrínseca no próprio equipamento computacional, sem que isso comprometa sua performance.

Tudo isso é primordial em um momento em que as demandas estão se tornando mais diversas e complexas, conforme as aplicações de novos negócios, e as tecnologias estão cada vez mais avançadas por meio da ascensão da inteligência artificial como o cloud-as-a-service, IoT, machine learning e mobilidade. Veja alguns exemplos que dão essa dimensão aos negócios:

Atualmente, a maior parte das empresas tem implantado uma média de 13 aplicações de negócios por meio de nuvens nativas, sendo que novas já estãoacaminho;¹
Hoje em dia, há, aproximadamente, 20 milhões de desenvolvedores de software no mundo e este número deve ultrapassar 25 milhões até 2019²;
Em 2020, o consumidor terá mais interações e conversas com bots do que com seus próprios cônjuges, conforme a inteligência artificial se tornará comum na prática dos negócios³;
Como vimos, o mundo digital demanda novas formas de pensar a infraestrutura de data center, e mais do que nunca os servidores precisam suportar a inovação digital a partir do data center para quem necessita de alto desempenho, simplicidade e velocidade para além da caixa. Servidor não pode ser encarado apenas como uma commodity, mas como o alicerce para a inovação de TI e aceleração de negócios. Sua organização está preparada?
¹ – Okta Business @ Work Report
² – Estudo “Global Developer Population and Demographic” desenvolvido por Evan Corp.
³ – Pesquisa “Gartner Predicts a Virtual World of Exponential Change”
4 – The annual report on IT budgets and tech trends

Adriano Gaudêncio é Diretor de Arquiteturas e Soluções da Cisco Brasil. Para mais informações, acesse www.cisco.com.br