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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

Cada vez mais, a comunicação é transferida do meio físico para o virtual. Nas empresas, processos que antes acumulavam papéis são agora realizados pela internet. É assim na hora de cumprir obrigações junto aos órgãos públicos, como Receita Federal e Justiça, e também para realizar tarefas pessoais, como vender ou comprar um bem. Seguramente, um dos instrumentos que viabilizaram essa mudança foi o certificado digital, que autentica o usuário no meio virtual e confere validade jurídica a e-mails e documentos assinados eletronicamente. Para ter ideia da magnitude desse mercado, em 2016 foram emitidos quase três milhões de certificados digitais, segundo o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Um aumento de 20% comparado com o ano anterior.

É preciso, no entanto, estar alerta sobre as especificidades do uso do certificado digital. Embora no ambiente virtual seja feito uso de documentos eletrônicos, isto é, documentos digitalizados, o certificado digital não dispensa a guarda de documentos. Esse é um mito. As empresas precisam ter o cuidado de imprimir os comprovantes dos pagamentos feitos ao Fisco, ao passo que as pessoas físicas devem guardar recibos das transações, o que pode ser feito no computador, salvando sempre a documentação assinada eletronicamente.

Sobre a tecnologia que envolve a certificação, pode-se dizer que o sigilo e a autenticidade são inerentes ao certificado digital. O sistema de chaves criptografadas é atualmente a forma mais sofisticada e segura de acesso à informação. Mas isso também não isenta o usuário de alguns cuidados. Nesse sentido, vale lembrar que o certificado digital é intransferível e deve ser usado apenas por seu titular. Quando alguém compartilha o certificado com terceiros, corre o risco do uso indevido do documento. É como se o terceiro tivesse o RG e o CPF do titular do certificado em mãos e ainda pudesse fazer uso da assinatura dele para validar contratos, comprar e vender bens, entre outras operações. Isso porque o certificado confere validade jurídica a tudo que for assinado com ele. Você não quer passar cheque em branco assinado, quer?

Quando o titular de um certificado precisar de um terceiro para representá-lo, deve fazer uma procuração eletrônica, informando a validade da procuração e a que fim se destina. O procurador, nesse caso, deverá fazer uso de um certificado digital próprio para cumprir a tarefa.

O governo vem ampliando a exigência da adoção da identidade digital para as empresas, que precisam do certificado para estar em dia com o Fisco. Mas não são só elas que precisam ter o certificado digital. Esse é outro mito. Prova disso é que o número de certificações digitais pessoa física também aumentou. Só de janeiro a abril de 2016, foram cerca de 340 mil emissões desse tipo. As mudanças no mercado de trabalho e o aumento da mobilidade justificam, em parte, esses números. Uma pesquisa do Home Office Brasil mostrou que, comparado a 2014, em 2016 aumentou 50% o número de empresas que implantaram o trabalho fora do escritório.

Quem faz uso da certificação não precisa estar em um lugar fixo. Mesmo em trânsito, consegue realizar tarefas, sejam elas de ordem profissional ou pessoal, estando livre ainda de autenticações por autenticidade (verificação do cartão de assinatura no cartório) ou veracidade (quando é requerida a presença física do solicitante). Essa maneira de encurtar distâncias físicas e economizar tempo na hora de cumprir com a burocracia traz para o dia a dia de cada um de nós, além de mais segurança, um pouco mais de conforto.

A Tiny – especializada em sistemas de gestão online para MPEs – e os Correios finalizaram a integração entre seus sistemas para facilitar a utilização da nova solução de logística integrada (e-fulfillment) destinada ao comércio eletrônico. Com isso, os clientes do Tiny ERP passam a contar com redução nas taxas para envios via SEDEX e PAC, que caem para cerca de 50%.

O novo serviço de armazenagem dos Correios permite que as empresas enviem solicitações de atendimento de pedido e realizem consultas de estoque automaticamente, por exemplo. Aos Correios, cabe retirar os produtos do estoque, fazer a conferência, preparação para envio, embalagem, geração de etiquetas de postagem e envio dos pedidos.

“Entendemos que a rotina é fundamental para que um negócio prospere. Tudo que for possível ser automatizado é bem-vindo para melhorar o dia a dia das micro e pequenas empresas”, afirma Rogério Tessari, CEO da Tiny.

Para o vice-presidente de logística dos Correios, José Furian Filho, este novo produto de armazenagem e atendimento de pedidos para as lojas virtuais permitirá uma competitividade maior para o varejo online, uma vez que elas ficam livres para se ocupar de seu principal negócio: vender bem pela internet. Além disso, as micro e pequenas empresas ainda contam com diminuição dos custos logísticos que costumam assumir – como armazenagem, aluguel, funcionários, materiais para embalagem –, já que eles passam a ser de responsabilidade dos Correios.

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar a chegada de seu novo vice-presidente de Finance & Controlling, Detlef Fohl. O novo vice-presidente iniciou a sua carreira na Volkswagen, em 1991. Em 2000, na gedas, assumiu o cargo de CFO (Chief Financial Officer) da operação brasileira, em que permaneceu até 2002. Nos anos seguintes, passou pelas operações da gedas no México e no Reino Unido, onde também foi CFO.

Em 2006, assumiu o cargo de vice-presidente de Finance & Controlling International, dentro da divisão de TI da T-Systems Internacional, em Berlim (Alemanha). “Nos últimos anos, Detlef Fohl colaborou com a T-Systems de forma expressiva em diversas posições de gestão. Ele traz consigo não somente as qualificações corretas, mas também seus muitos anos de experiência e um vasto conhecimento sobre Finance & Controlling adquirido em diferentes países“, comemora Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil.

Formado em Administração, Detlef Fohl é fluente em português, espanhol e inglês. “A T-Systems Brasil tem tido um desempenho sólido ao longo dos últimos anos e meu retorno ao Brasil tem o objetivo de garantir que o suporte necessário continue sendo dado à nossa operação, garantindo que continuemos crescendo”, afirma.