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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

O Estudo Global sobre Digital Banking da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Transformação Digital para o setor financeiro, aponta que 94% das instituições financeiras de grande porte enxergam valor em soluções de IA (Inteligência Artificial). Em nível global, a Inteligência Artificial (AI) pode ser vista como um dos tópicos de maior interesse no setor bancário hoje. A pesquisa revela ainda que a abordagem de “Bank as a Plataform” (BaaP), para criar um modelo aberto de negócios usando APIs, é considerada um elemento relevante que irá moldar o banco digital futuro.

Realizado com 285 profissionais de pequenos, médios e grandes bancos de varejo – com dois participantes no máximo por instituição financeira, o estudo revela as informações e o nível de maturidade sobre Transformação Digital, Inteligência Artificial e Bank as a Platform (BaaP). Os entrevistados ocupam posições de diretoria e gerência em bancos de varejo, tanto em áreas de negócios quanto em TI. A pesquisa foi realizada em oito países: Brasil, Alemanha, Itália, México, Espanha, Suíça, Reino Unido e EUA.

Dentre os principais desafios apontados sobre a implementação de uma estratégia digital estão: a integração de sistemas legados com novas tecnologias (59%), as questões de segurança e privacidade (57%) e a falta de competências internas (51%). O motivador principal para a digitalização, especialmente para grandes bancos de atuação global, é satisfazer ou exceder as expectativas dos clientes.

Inteligência artificial a caminho

A IA está preparada para transformar o setor bancário ao longo da próxima década. A pesquisa mostrou que 83% dos entrevistados veem a importância da IA. O Brasil, o Reino Unido e o México lideram o caminho em termos de reconhecimento da importância da IA, enquanto na Alemanha e na Suíça, países tradicionalmente mais cautelosos, apenas alguns percebem a IA como estratégica.

Com a implementação da IA, os especialistas questionados esperam obter avanços em uma ampla gama de funções empresariais, desde o back office até o contact center, passando pelo planejamento financeiro pessoal e as funções de vendas. Como resultado da aplicação dessas tecnologias, espera-se a redução de custos operacionais (71%) e o maior engajamento do cliente (64%).

“A indústria de banco de varejo, em especial, tem acesso a uma grande quantidade de dados multi estruturados que, atualmente, não está sendo utilizada na sua totalidade. Ao utilizar algoritmos cognitivos, esses dados podem ser processados e organizados para gerar modelos de apoio à tomada de decisão para atender melhor os clientes e se diferenciar competitivamente”, afirma o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

Status da transformação digital no Brasil

Atualmente, quase metade (47%) dos bancos no Brasil estão desenvolvendo estratégias de transformação digital, enquanto que 36% consideram já ter concluído esse processo, elevando o total de bancos brasileiros que dispõem de uma estratégia de transformação digital para 83%.

Em comparação com outros países, o Brasil é o principal país a reconhecer a importância da IA. Cerca de 30% dos entrevistados a consideram estratégica e outros 33% a veem como de importância tática. Somente 3% não acreditam em sua importância.

As três principais soluções de IA a serem adotadas no País compreendem: assistente virtual para clientes, com 52% de intenção de adesão, similar ao observado em outros países, com tecnologias de reconhecimento de linguagem natural; RPA – Robot Process Automation, com foco em eficiência do back office, com 38%; e Robot Advisory com 31%.

Os três principais benefícios da implementação de IA percebidos são: maior engajamento do cliente (66%), seguido de custos operacionais mais baixos (55%) – benefício número um citado mundialmente e, por fim, redução de riscos (28%).

Embora o Brasil seja o país mais empolgado em relação à IA, a pesquisa mostra que os níveis de preparo dos sistemas de TI estão abaixo da média mundial. Os principais desafios no País são infraestrutura técnica escalável (interna versus nuvem), a disponibilidade de especialistas para preparar e fazer curadoria do sistema cognitivo, a infraestrutura capaz de alimentar os algoritmos e as parcerias com fintechs e fornecedores de IA.

Em relação ao BaaP, cerca de 20% dos bancos brasileiros possuem uma estratégia em andamento, embora somente 13% começaram a implementá-la. Entre os países pesquisados, o Brasil ainda está em um nível intermediário de maturidade em relação a adoção da estratégia Bank as a Platform. Os três principais benefícios do BaaP esperados no Brasil são: redução dos custos operacionais (47%), capacidade de desenvolver novos aplicativos (47%) e maior engajamento dos clientes (43%).

Já os três principais desafios enfrentados pelos bancos brasileiros são similares aos dados mundiais: 63% antecipam dificuldades com a complexidade dos sistemas existentes na organização, 57% em questões de segurança e 43% em falta de experiência e habilidades adequadas.

Entre os entrevistados com conhecimento em BaaP, a modernização de aplicativos é a mudança citada com mais frequência (50%), seguida da migração de dados para a nuvem (38%) e a aquisição de uma nova plataforma bancária centralizada (25%).

Principais motivadores para a transformação digital

Os resultados mostram que o motivador número um para avançar na transformação digital dentro das organizações financeiras é satisfazer as expectativas dos clientes, segundo as respostas de 60% dos participantes. Em seguida, vem o aumento de receitas a partir de novos serviços ou produtos (51%) e a redução de custos operacionais (47%).

Um número considerável de bancos já tem uma estratégia definida de transformação digital sendo implementada ou desenvolvida. Cerca de 34% dos entrevistados afirmam ter uma estratégia de transformação digital definida, já 53% possuem uma estratégia em fase de desenvolvimento. O Reino Unido e a Suíça estão na vanguarda desta área: 100% das instituições de todos os tamanhos afirmam que já definiram ou estão desenvolvendo sua estratégia de transformação digital.

A abordagem Bank as a Platform como um passo importante na agenda da transformação digital

Bank as a Platform é uma abordagem de negócios na qual o banco e seus parceiros disponibilizam serviços de qualquer tipo aos clientes, e onde os clientes vem para obtê-los e consumi-los. Essa abordagem tem várias implicações na arquitetura de negócios e tecnologias das instituições, como por exemplo o uso de APIs para expor serviços, a necessidade de garantir simetria de informação entre os vários players da plataforma e o desenho de novos produtos a partir de componentes de vários participantes da plataforma.

Cerca de 69% de todos os bancos participantes já consideraram o BaaP como estratégia de negócios e acreditam que o BaaP terá um impacto de grande a moderado em seu modelo de negócios. Os principais benefícios do BaaP são aumento do engajamento do cliente com 62%, seguido da capacidade de desenvolver novas aplicações com 55% e menores custos operacionais (51%). O Reino Unido e a Espanha lideram a adoção do BaaP, enquanto o México, o Brasil e a Itália continuam cautelosos, sendo que muitos bancos ainda não consideram implementar uma estratégia.

*Por Ankur Prakash

Seria possível um computador criar uma música que mexe com as nossas emoções? Você acha que esse mesmo computador seria capaz de desenvolver um prato original, integrando os sabores de uma maneira totalmente inovadora? Indo mais além, é possível que esse equipamento compreenda verdadeiramente as nuances da natureza humana, entendendo nossas ambições ou mesmo a nossa psique?

Quando pensamos nisso, começamos a notar as limitações da Inteligência Artificial (IA). Esse é um campo que ressurgiu nos últimos anos (depois de décadas condicionado ao folclore Sci-Fi), e que agora domina as discussões sobre o nosso futuro e o da tecnologia.

Então me pergunto: nós não ficamos um pouco cansados? Ou até um pouco sobrecarregados com as possibilidades?

Luzes de alerta

Na realidade, o amadurecimento da IA acontece de maneira progressiva e meticulosa, mas também repleto de tropeços e erros.

Ano passado, o cidadão americano Joshua Brown tornou-se a primeira vítima fatal conhecida de um acidente com um carro autônomo. Foi quando seu Tesla bateu na lateral de um trator a 120 km/h. o evento foi um desagradável lembrete sobre os perigos de se colocar muita fé, muito cedo, em sistemas baseados na inteligência artificial.

O legado de Brown nos adverte sobre os riscos dessa tecnologia, e esclarece que o suposto estado de Singularidade (onde a IA excede a inteligência humana) é um caminho muito distante, e que talvez nunca aconteça.

Sobre os domínios da condução autônoma para aviões ou outros meios de transporte – as possibilidades de um sistema de IA dar errado são óbvias. E o mesmo se aplica às redes Smart City da Intel, que controlam o fluxo de tráfego; ou ainda os sistemas que produzem compostos de drogas sintéticas; e até mesmo o cenário distópico de forças subversivas que utilizam inteligência artificial para armas biológicas e químicas. Potencialmente, se a IA der errado, as consequências podem ser desastrosas.

Arte e Ciência

Um abordagem moderada seria equilibrar nossas expectativas de IA, com uma apreciação pela forma única da inteligência humana. Os computadores certamente nos ultrapassarão quando se tratar de equações matemáticas complexas, mas eles podem atingir o mesmo grau de empatia, respeito, inteligência emocional e consciência de contexto?

Na verdade, quanto mais dados inundarem nosso mundo, mais valor terá a tomada de decisão intuitiva.

“Decisões por algoritmo”, como podemos nomeá-las, só nos alcançarão até o ponto em que: Steve Jobs não tinha evidências sugerindo que as pessoas desejassem um iPad; Henry Ford certamente não tinha nenhum dado de mercado sugerindo que as pessoas queriam carros.

A Revista Forbes explora o papel da intuição na tomada de decisões corporativas, concluindo que: “no final do dia, quando revisamos os dados repetidamente e pedimos aos outros suas opiniões, nosso melhor conselho vem do instinto”.

Assim, para os líderes empresariais de hoje, o ponto positivo será combinar a ciência da IA (alavancando massas de dados e estruturando ideias úteis), com a arte da intuição humana. Tomar decisões complexas, participar de negociações de alto nível e reunir equipes em torno de uma visão. Estas são todas as responsabilidades que jamais poderemos simplesmente entregar a nossos Bots de IA.

E isso explica porque os Cientistas de Dados são hoje um dos especialistas mais valorizados, já que eles possuem a distinção única de se esconder sobre os domínios de arte e ciência.

Novo mundo, novos empregos

Tudo isso nos leva a perceber que a IA pode não ter o impacto incapacitante nos níveis de emprego que muitos tememos. À medida que olhamos para formas de aproveitar o poder da IA, são criados novos empregos.

Imagine, por exemplo, a tarefa de criar zonas autodirigidas em estradas e caminhos em milhares de cidades, em centenas de países. O design, o planejamento, a infraestrutura e o monitoramento criarão novas formas de emprego.

Nos negócios, ao assumirem cada vez mais tarefas administrativas, repetitivas via bots, domínios totalmente novos serão multiplicados em áreas como energia verde, biotecnologia, UX digital, serviços móveis, transporte de passageiros e fintechs, para citar apenas alguns. Em cada um desses campos, novos empregos surgirão.

Tal como acontece com todas as outras inovações e tecnologias importantes, a IA tem um potencial incrível para nos ajudar a entender mais o nosso mundo, promover o progresso dos seres humanos e abordar alguns dos nossos maiores desafios como sociedade. Certamente terá um enorme impacto em nossos negócios e em nossas vidas em geral.

Essencialmente, ainda há um longo caminho a percorrer antes de compreendermos verdadeiramente essa tecnologia. Enquanto isso, não devemos esquecer: a IA pode realmente “dar errado”!

*Ankur Prakash é VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro

O Governo de Santa Catarina firma parceria com a ALE, que atua sob a marca Alcatel-Lucent Enterprise, para a implantação da plataforma Alcatel-Lucent Rainbow™ como ferramenta de comunicação e colaboração corporativa dos funcionários públicos do estado. Por meio da Secretaria de Estado da Administração (SEA-SC), a implantação de uma solução inovadora tem como objetivo incentivar a colaboração corporativa. A partir de agora, Rainbow é a forma de comunicação interna em diversas secretarias e entidades do Governo de Santa Catarina.

O novo recurso permite uso de chat, áudio e vídeo, para manter os funcionários públicos sempre conectados, em qualquer lugar, com diversos tipos de dispositivos. Na primeira fase do projeto será possível a 40 mil funcionários trocar mensagens de texto, áudio e vídeo; compartilhar arquivos; criar grupos por área de atuação; e receber comunicados oficiais do governo. A previsão é de que, até o fim de 2018, 90 mil funcionários terão os mesmos recursos disponíveis.

O parceiro de negócios da ALE responsável pela implantação do projeto foi a Intuitiva Tecnologia, integradora de soluções em comunicação e colaboração. A instalação já chegou aos seguintes órgãos do Governo de Santa Catarina: Secretaria de Estado da Saúde, Secretaria de Estado da Educação, Secretaria de Estado da Administração, Secretaria de Estado da Infraestrutura, Secretaria de Estado de Articulação Nacional, Secretaria de Estado do Planejamento, Defensoria Pública do Estado, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Polícia Militar de Santa Catarina, Procuradoria Geral do Estado, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural, Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola, Agência de Desenvolvimento Regional de Maravilha, Agência de Regula&cced il;ão de Serviços Públicos e Polícia Civil do Estado de Santa Catarina.

“Todas as iniciativas da Secretaria da Administração têm como foco otimizar as aquisições realizadas pelo Governo do Estado. Estamos sistematicamente buscando soluções que possam gerar benefícios em iniciativas integradas, com preferência para sistemas abertos que nos ofereçam a possibilidade de ampliação com o menor custo e o máximo de aproveitamento, como é o caso dessa solução que passamos a implantar e que irá gerar um ganho importante em nosso processo de comunicação interna com todos os servidores do Estado. Nossa estratégia é a busca contínua pela qualidade do gasto público. Essa é nossa responsabilidade frente ao atual momento econômico que estamos vivendo”, destaca o Secretário de Estado da Administração do Governo do Estado de Santa Catarina, Milton Mar tini.

De acordo com Nuno Ribas, head em Cloud Business para a região EUSO da Alcatel-Lucent Enterprise, “uma só plataforma de comunicação é o primeiro passo para o conceito de comunicações unificadas, o que exige uma infraestrutura de TI preparada para a enorme demanda da carga gerada por funcionários que usam cada vez mais dispositivos móveis e aplicações no ambiente de trabalho”. Para o executivo, preservar o investimento inicial sempre que houver atualizações e novos produtos também é uma prioridade do projeto. Portanto, a escolha por projetos baseados em uma estrutura própria enxuta e serviços em nuvem é ideal, principalmente quando associada aos sistemas de comunicação existentes. “O Rainbow é a solução perfeita para melhorar condições de produtividade, mobilidade e col aboração em alto nível, que moldam as empresas digitais do futuro. Este é o caso do Governo de Santa Catarina, que já é cliente da ALE na Infraestrutura de Comunicações.”

“No contexto atual, os fornecedores e integradores de tecnologia estão sendo cada vez mais requisitados por empresas que querem otimizar processos e ganhar um diferencial competitivo. Os departamentos de TI assumiram papel estratégico dentro das médias e grandes companhias, e percebem agora que a tecnologia é capaz de inseri-las em mercados antes inatingíveis”, afirma Mauricio Rosa Barbosa, diretor executivo da Intuitiva Tecnologia. “Os fornecedores de TI precisam estar atentos à escolha e à flexibilidade requerida por clientes, e a Intuitiva Tecnologia, trabalhando sempre em conjunto com a ALE, foi capaz de entender e atender às necessidades do Governo de Santa Catarina no que se refere à flexibilidade, facilidade de comunicação e, principalmente, custo-benefício.”