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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

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Category: Carreira

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar a chegada de seu novo vice-presidente de Finance & Controlling, Detlef Fohl. O novo vice-presidente iniciou a sua carreira na Volkswagen, em 1991. Em 2000, na gedas, assumiu o cargo de CFO (Chief Financial Officer) da operação brasileira, em que permaneceu até 2002. Nos anos seguintes, passou pelas operações da gedas no México e no Reino Unido, onde também foi CFO.

Em 2006, assumiu o cargo de vice-presidente de Finance & Controlling International, dentro da divisão de TI da T-Systems Internacional, em Berlim (Alemanha). “Nos últimos anos, Detlef Fohl colaborou com a T-Systems de forma expressiva em diversas posições de gestão. Ele traz consigo não somente as qualificações corretas, mas também seus muitos anos de experiência e um vasto conhecimento sobre Finance & Controlling adquirido em diferentes países“, comemora Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil.

Formado em Administração, Detlef Fohl é fluente em português, espanhol e inglês. “A T-Systems Brasil tem tido um desempenho sólido ao longo dos últimos anos e meu retorno ao Brasil tem o objetivo de garantir que o suporte necessário continue sendo dado à nossa operação, garantindo que continuemos crescendo”, afirma.

A OLX, empresa líder no mercado de compra e venda online no Brasil, tem em seu DNA a tecnologia, que é 100% desenvolvida em território nacional. Demonstrando a importância dessa área para os negócios da empresa, em 2017, a OLX planeja aumentar em 70% sua equipe de tecnologia, dados e produtos. A empresa passou a investir pesado em contratações já em 2016, quando 250 pessoas foram contratadas (175 no RJ e 75 em SP). Só na área de tecnologia, foram 86 novos profissionais no ano passado.

“Queremos ficar ainda mais fortes no nosso core, que é a tecnologia”, afirma Simone Grossmann, Chief Human Resource Officer da OLX Brasil. No entanto, a executiva explica que essa evolução não atinge apenas a equipe de desenvolvimento de tecnologia da empresa. “Há previsão de crescimento em todas ás áreas da OLX. Fechamos 2016 com cerca de 460 pessoas no time e a expectativa para 2017 é terminar o ano com 610, ou seja, com um crescimento de 33% no total do número de colaboradores”, completa Simone. A executiva ressalta que a OLX “busca profissionais que prezam trabalhar com autonomia, que gostam de desafios, buscam fazer de forma inovadora e estejam alinhados com o propósito da empresa de unir brasileiros para transformar itens em felicidade”.

Novo escritório

Para abrigar o crescimento da empresa e motivar a inovação e autonomia dos funcionários, a OLX investiu R$ 5 milhões em um novo escritório, no Rio de Janeiro, com 2.600m².

O local tem três andares interligados por escorregadores com uma piscina de bolinha. O andar central do escritório é exclusivo para convivência, com atmosfera geek, conta com salas de jogos, de TV, videogame, cadeiras de massagem, violão, cozinha e refeitório.

Além disso, o andar conta com diversas salas de reunião, salas individuais de conference calls, puffs, redes em ambientes confortáveis e até um palco para eventos internos, cursos, palestras e eventos de confraternização.

Automação é uma ideia que desde sempre inspira obras de ficção científica. Mas o uso de robôs e algorítimos para aprimorar a produção, logística e outros setores vitais de empresas não apenas é uma realidade como o avanço tecnológico está prestes a abrir uma nova era da automação. É o que mostra estudo da McKinsey. Segundo o levantamento, cerca de metade das atividades hoje realizadas por humanos será automatizada até 2055 – o equivalente a 16 trilhões de dólares em salários.

Mas a relação entre homens e máquinas não será de conflito. Pelo contrário: menos de 5% das atividades humanas podem ser totalmente automatizadas, segundo a McKinsey. Cerca de 60% de todas as ocupações têm ao menos 30% de atividades que podem ser feitas por máquinas. Ou seja, mais profissões serão modificadas do que extintas. O uso de robôs ainda melhora a performance dos negócios ao reduzir erros e elevar a produtividade, atingindo patamares que a capacidade humana não seria capaz de alcançar. Para se ter uma ideia, o estudo estima que a automação tenha potencial para elevar o PIB global entre 0,8% e 1,4% anualmente.

Os efeitos da automação também não ficarão restritos ao chão de fábrica. Segundo a McKinsey, até os CEOs terão seu trabalho afetado: a análise de relatórios e dados para tomar decisões, por exemplo, pode ser realizada por algorítimos. Ao todo, 1/4 do trabalho dos CEOs poderá ser automatizado.

O cenário brasileiro segue a tendência: a McKinsey estima que, considerando-se apenas a economia formal, o potencial de automação no país seja de 50%, o que afeta 53 milhões de empregados. Os setores industrial e varejista são os que têm o maior número de processos que poderão ser modificados pelo uso de softwares ou máquinas inteligentes – o que atingiria mais de 20 milhões de postos de trabalho.

No Brasil e no restante do mundo, garantir que a convivência entre homens e máquinas seja de fato pacífica exigirá mudanças no ensino. É preciso repensar o currículo para educar pessoas com as habilidades que realmente serão necessárias no futuro – como programação, robótica e serviços para uma população cada vez mais velha.