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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

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Category: Gestão

A Stefanini Scala, coligada do Grupo Stefanini que já atende a quase 100% do portfólio de software da IBM no Brasil, implementa UrbanCode Deploy e Release, solução de automação de deploy de aplicações e controle na TecBan, empresa especializada na gestão de redes de autoatendimento bancário que atua como a rede externa dos bancos e é reconhecida por seus elevados índices de disponibilidade, qualidade e segurança.
A solução consiste em automatizar os processos de infraestrutura e implantação de uma aplicação. Desse modo, os recursos proporcionam a articulação entre os times de desenvolvimento e de operação, reduzindo possíveis erros nas fases de testes e implantação.
Entre os principais ganhos com a solução destacam-se: redução de 90% nos custos com as implementações realizadas via UrbanCode; redução média de 75% no tempo de execução das implantações e redução de 60% do tempo de versionamento(*) da aplicação central.
“Precisávamos ampliar o controle de versão implantada em cada ambiente para termos mais agilidade no processo de implantação, além de visibilidade, transparência e governança nas entregas de software. A Stefanini se mostrou capacitada para essa tarefa, pois possui conhecimento técnico e experiência reconhecidos no mercado”, afirma Alexandre Pacianotto, gerente executivo de TI da TecBan.
Implementação
O projeto foi iniciado em 2016 com a criação dos fluxos de implementação do sistema central (core) da empresa. Após a realização de POC (Proof of Concept) – que nada mais é do que mostrar ao cliente as qualidades da solução na prática, utilizando seu próprio ambiente – com as principais soluções de automação de deploy do mercado, foi classificada a solução UrbanCode Deploy e Release para implementação.
Atualmente, o processo de implantação de novas versões do sistema central é realizado 100% via UrbanCode. “Estamos lisonjeados em participar ativamente desse projeto grandioso na TecBan, na qual já temos uma relação de longa data. A ideia é que ainda no primeiro semestre de 2017 seja feita a expansão da solução para seis sistemas, cuja implantação ainda é realizada de forma manual”, diz Roberto Ameriot, diretor comercial da Stefanini Scala.
Resultados significativos
Garantir que o resultado final do deploy realizado seja o mesmo de quando era feito manualmente está entre os principais desafios do projeto na TecBan. Além disso, segundo Alexandre Pacianotto, é imprescindível garantir a rastreabilidade de todos os comandos realizados pela solução no ambiente que está sendo executada a implementação, além de ser necessário criar um único fluxo para cada aplicação, que deve ser utilizado em todos os ambientes.
Os principais resultados obtidos com a solução da Stefanini Scala são:
§ Redução do risco de falha: foi reduzido o risco de falha de execução manual;
§ Redução de custo: redução de 90% no custo de implementação para o sistema central;
§ Garantia de execução dos mesmos procedimentos para todos os ambientes: utilizam o mesmo fluxo/procedimento de implantação desde a pré-produção até os seis ambientes paralelos de produção;
§ Garantia de instalação da mesma versão: utilização do mesmo binário em todos os ambientes;
§ Redução no tempo de execução: 28 minutos para implementar a solução em outros ambientes;
§ DashBoards de controle de versões instaladas nos ambientes.

(*) Versionamento de uma aplicação tem como foco principal documentar as inclusões, alterações ou até mesmo exclusões de funcionalidades.

A automatização no processo de fiscalização para a manutenção de rodovias se tornou um diferencial para a Systra Vetec, empresa de consultoria e engenharia que é líder mundial na concepção de infraestruturas de transporte. A companhia ganhou agilidade e inteligência no processo de inspeção de rodovias após substituir todo o processo manual pela ferramenta de colaboração na nuvem Colaborativo, um sistema que é fornecido pelo Construtivo, empresa de Tecnologia da Informação especializada no setor de engenharia e construção.

A escolha pelo Colaborativo foi impulsionada pela possibilidade de customização, uma vez que os contratos da Systra Vetec exigem diferentes tipos de serviços associados à operação de rodovias, como por exemplo, tráfego, sinalização, segurança, equipamentos, serviços de conservação, obras, projetos e meio ambiente, além de apoio técnico no acompanhamento das questões administrativas e do desempenho financeiro das concessionárias.

“A possibilidade de parametrizar a ferramenta para diferentes contratos é algo que vemos como um ‘aluguel de inteligência’. A equipe do Construtivo nos apoia nas demandas técnicas, enquanto a ferramenta agrega valor ao nosso negócio. O resultado é o atendimento eficaz e preciso às concessionárias, o que contribui para a manutenção da logística deste processo e desencadeia nas boas condições oferecidas ao usuário final”, acrescenta o diretor da Systra Vetec, Ettore Bottura.

Ao todo, seis rodovias entre os Estados de São Paulo e do Paraná são gerenciadas com o apoio do Colaborativo. Na prática, os engenheiros inserem no sistema as fotos referentes às não conformidades encontradas nas rodovias. As imagens ficam armazenadas na nuvem, pois a solução é oferecida na modalidade SaaS (Software as a Service), e após as inserções, o sistema automaticamente envia um e-mail para os profissionais do escritório, que analisam os dados e emitem os relatórios para serem entregues às concessionárias.

“Além da automatização do processo, que confere agilidade e segurança às informações, o Colaborativo fornece diferenciais ao nosso negócio a partir da possibilidade de gerar gráficos que promovem indicadores de desempenho mês a mês registrando determinados eventos, como buracos na pista, grama alta e barreira de concreto quebrada, além de permitir o acompanhamento do andamento de obras de recapeamento, sinalização e consertos, por exemplo”, explica Bottura. Ao todo, 300 relatórios já foram gerados até o momento, contemplando um rico banco de dados.

“O Colaborativo permite reunir toda a documentação dos processos existentes no serviço de monitoramento de rodovias, conectando as operações de campo com o escritório central para a entrega rápida de informações que resultam em análises para suportar as demandas das concessionárias no que tange ao cumprimento de suas obrigações previstas no contrato de conservação e manutenção de rodovias”, finaliza o presidente do Construtivo, Marcus Granadeiro.

Cada vez mais, a comunicação é transferida do meio físico para o virtual. Nas empresas, processos que antes acumulavam papéis são agora realizados pela internet. É assim na hora de cumprir obrigações junto aos órgãos públicos, como Receita Federal e Justiça, e também para realizar tarefas pessoais, como vender ou comprar um bem. Seguramente, um dos instrumentos que viabilizaram essa mudança foi o certificado digital, que autentica o usuário no meio virtual e confere validade jurídica a e-mails e documentos assinados eletronicamente. Para ter ideia da magnitude desse mercado, em 2016 foram emitidos quase três milhões de certificados digitais, segundo o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Um aumento de 20% comparado com o ano anterior.

É preciso, no entanto, estar alerta sobre as especificidades do uso do certificado digital. Embora no ambiente virtual seja feito uso de documentos eletrônicos, isto é, documentos digitalizados, o certificado digital não dispensa a guarda de documentos. Esse é um mito. As empresas precisam ter o cuidado de imprimir os comprovantes dos pagamentos feitos ao Fisco, ao passo que as pessoas físicas devem guardar recibos das transações, o que pode ser feito no computador, salvando sempre a documentação assinada eletronicamente.

Sobre a tecnologia que envolve a certificação, pode-se dizer que o sigilo e a autenticidade são inerentes ao certificado digital. O sistema de chaves criptografadas é atualmente a forma mais sofisticada e segura de acesso à informação. Mas isso também não isenta o usuário de alguns cuidados. Nesse sentido, vale lembrar que o certificado digital é intransferível e deve ser usado apenas por seu titular. Quando alguém compartilha o certificado com terceiros, corre o risco do uso indevido do documento. É como se o terceiro tivesse o RG e o CPF do titular do certificado em mãos e ainda pudesse fazer uso da assinatura dele para validar contratos, comprar e vender bens, entre outras operações. Isso porque o certificado confere validade jurídica a tudo que for assinado com ele. Você não quer passar cheque em branco assinado, quer?

Quando o titular de um certificado precisar de um terceiro para representá-lo, deve fazer uma procuração eletrônica, informando a validade da procuração e a que fim se destina. O procurador, nesse caso, deverá fazer uso de um certificado digital próprio para cumprir a tarefa.

O governo vem ampliando a exigência da adoção da identidade digital para as empresas, que precisam do certificado para estar em dia com o Fisco. Mas não são só elas que precisam ter o certificado digital. Esse é outro mito. Prova disso é que o número de certificações digitais pessoa física também aumentou. Só de janeiro a abril de 2016, foram cerca de 340 mil emissões desse tipo. As mudanças no mercado de trabalho e o aumento da mobilidade justificam, em parte, esses números. Uma pesquisa do Home Office Brasil mostrou que, comparado a 2014, em 2016 aumentou 50% o número de empresas que implantaram o trabalho fora do escritório.

Quem faz uso da certificação não precisa estar em um lugar fixo. Mesmo em trânsito, consegue realizar tarefas, sejam elas de ordem profissional ou pessoal, estando livre ainda de autenticações por autenticidade (verificação do cartão de assinatura no cartório) ou veracidade (quando é requerida a presença física do solicitante). Essa maneira de encurtar distâncias físicas e economizar tempo na hora de cumprir com a burocracia traz para o dia a dia de cada um de nós, além de mais segurança, um pouco mais de conforto.