Skip to content

TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

Archive

Category: Negócios

A Embratel e a Digilab anunciam uma parceria para a oferta de soluções em Cloud Computing para transmissão de conteúdo. É a primeira vez que duas empresas nacionais firmam um acordo para disponibilizar serviços deste tipo. Por meio da parceria, a Digilab, empresa especializada no desenvolvimento de soluções para operacionalização de canais de TV e distribuição de conteúdos audiovisuais em multiplataforma, vai utilizar a solução Cloud Vídeo Delivery Embratel para permitir que os clientes ofereçam a melhor experiência de transmissão de vídeos para seus telespectadores. A parceria busca ofertar a última palavra em tecnologia para operadoras de TV por assinatura, programadoras, emissoras de TV, universidades, igrejas e TV Web, Assembleias Legislativas e Câmara Municipal.

“Com a solução Cloud Vídeo Delivery da Embratel, a Digilab poderá oferecer aos clientes uma solução exclusiva para distribuição de vídeos de forma regional e com pontos de distribuição posicionados estrategicamente nas áreas onde se concentra 97,6% do tráfego de Internet nacional”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel.

Por meio da solução Cloud Video Delivery Embratel, a Digilab oferece a plataforma Digilab Transcoder, que permite aos provedores de conteúdo converter os arquivos de seu formato de origem para os padrões e formatos mais utilizados no mercado, propiciando a reprodução desta mídia em múltiplos dispositivos, como smartphones, tablets e PCs. Um dispositivo de autenticação (token) garante a segurança e evita o uso indevido do canal de streaming. Por funcionar em Nuvem, a plataforma possibilita que os clientes adicionem recursos computacionais em momentos de pico, sem a necessidade de compra de hardware.

A solução é indicada para as pequenas e grandes empresas que buscam otimizar a transmissão de conteúdo aos usuários finais. “Estamos muito felizes com a parceria com a Digilab para a oferta de uma solução robusta e completa. Com o acordo, a Embratel reforça sua atuação como uma integradora de soluções visando oferecer ao cliente ofertas fim a fim”, diz Tomaz Oliveira, Diretor de Alianças Estratégicas da Embratel.

A solução Cloud Vídeo Delivery foi desenvolvida como uma Rede de Distribuição de Conteúdo (Content Delivery Network – CDN) exclusiva para a distribuição de vídeos na Internet. Diferentes servidores distribuídos geograficamente mantêm as réplicas dos vídeos, garantindo a melhor performance na entrega do conteúdo e, consequentemente, a melhor experiência de visualização de vídeos ao usuário final.

“O mercado de entretenimento e mídia passa por um grande processo de transformação digital. Além de um conteúdo de qualidade, é essencial que as empresas escolham a tecnologia mais adequada para a distribuição dos seus vídeos. O acordo entre Embratel e Digilab entrega aos clientes uma solução exclusiva para distribuição de vídeos de forma regional e com alta disponibilidade”, Rodrigo Budzinski, Diretor Executivo da Digilab. O executivo acrescenta que Cloud Computing já conquistou a confiança dos provedores de conteúdo pela segurança, custo e facilidade de uso.

Com dezenove pontos de distribuição posicionados nos locais de maior tráfego de Internet no Brasil, com capacidade superior a 800 Gbps, e interligados à maior e melhor rede de telecomunicações da América Latina, a solução Cloud Video Delivery Embratel consegue suportar os picos de acessos simultâneos mantendo a mesma qualidade de transmissão dos vídeos.

O tráfego descentralizado para os pontos de presença estrategicamente distribuídos permite a otimização do consumo de recursos de servidores e banda internet no Data Center de origem, reduzindo os gastos em infraestrutura de TI. Outro benefício da solução é que garante não haver concorrência na transmissão com outro conteúdo como downloads massivos de software, programas e páginas web, entre outros, por ser uma rede exclusiva para a distribuição de vídeos.

A parceria também inclui a utilização da solução Connect Cloud Embratel para mais controle, flexibilidade e autonomia total da administração dos ambientes Cloud. O Connect Cloud Embratel é baseado nas tecnologias Software Defined Network (SDN) e Openstack. O serviço em Nuvem pode ser utilizado nos modelos de Nuvem Pública, Privada ou Híbrida com a infraestrutura de TI, computação, armazenamento de dados e de rede da Embratel.

A Minsait, unidade de transformação digital da Indra, aponta que sua plataforma para BPO financeiro colabora para a redução no tempo de processamento dos contratos de crédito imobiliário no Brasil. De acordo com a companhia, que atua nas principais instituições financeiras privadas brasileiras, o tempo médio de execução das atividades de BPO passou de uma média de 30 dias em 2016 para 9 dias em 2018.

De acordo com Leonardo da Costa, Head de BPO da Indra no Brasil, isso é possível graças a três fatores principais: revisão de todo processo e fluxo operacional, automatização das atividades por meio das soluções de Intelligent Content Automation (ICA) e integração não intrusiva com os sistemas legados dos bancos. “Trabalhamos com uma plataforma própria e multicliente para BPO hipotecário, em que cada etapa é atualizada em tempo real para que os clientes tenham uma experiência única”.

Na prática, a Indra está presente em todas as etapas intermediárias entre a análise do processo e a emissão do contrato. Serviços como avaliação dos documentos (comprador, vendedor, imóvel), análise jurídica, análise de FGTS, confecção e conferência de contrato, esclarecimento de dúvidas de clientes e área comercial são exemplos de atividades desempenhadas pela companhia com a agilidade proporcionada pela tecnologia.

O aumento do volume de contratos, somado à redução no tempo de resolução de cada contrato individual não deixa dúvidas em relação ao potencial do BPO. Somente na Indra no Brasil, a quantidade de contratos processados por ano passou de uma média mensal de 600 em 2016 para 1.600 em 2018.

Com a redução do lead time, a empresa também aponta que instituições obtêm como benefício uma relação cada vez mais saudável com seus clientes. “Em tempos nos quais temos taxas de juros de crédito imobiliário muito similares, um diferencial para as instituições financeiras além da própria taxa é a satisfação de seus clientes. Acreditamos que os serviços de BPO são capazes de atendê-los da melhor maneira possível e podem contribuir ainda mais para a melhora dos índices de satisfação, como o grau de lealdade dos consumidores”, finaliza Costa.

Líder global em BPO para serviços financeiros

A Indra dispõe de uma oferta completa para a gestão integral de serviços hipotecários, com ferramentas e soluções próprias para o conjunto completo de serviços ao longo de toda a cadeia de operação da gestão hipotecária. A companhia dá suporte às tramitações relativas a mais de 100.000 imóveis de distintas instituições financeiras no mundo.

A companhia é líder absoluta em BPO (Business Process Outsourcing) e gerencia de forma solvente mais de 21 milhões de cartões ao ano. A Indra tem uma forte penetração no mercado latino-americano: seus clientes no setor financeiro representam mais de 40% do total de ativos bancários da região.

O mercado brasileiro de celulares fechou o primeiro semestre de 2018 com 24,122 aparelhos vendidos, redução de 3,7% em relação ao mesmo período de 2017, quando foram vendidos 25,048 celulares. Nos primeiros três meses do ano, a retração foi menor: 1,8% em relação ao mesmo período de 2017, com a venda de 12,071 milhões de celulares. Já no segundo trimestre de 2018, o mercado de celulares sofreu queda de 5,5% em relação ao mesmo período do ano passado, com um total de 12,050 milhões de unidades vendidas. Os dados fazem parte dos estudos IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q1 e IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q2, realizados pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Dos 12,071 milhões de celulares vendidos no primeiro trimestre de 2018, 11,371 milhões foram smartphones. Os modelos de smartphones intermediários – com preços entre R$ 700 e R$ 1.099 – foram os preferidos, com 5,5 milhões de unidades comercializadas. “Em um cenário em que o ticket médio foi de R$1.186, isso mostra que o consumidor está mais exigente, mas também mais consciente”, explica Renato Meireles, analista de mercado em Mobile Phones & Devices IDC Brasil. A receita total do primeiro trimestre foi de R$ 13.481 milhões, 4% a mais do que nos primeiros três meses de 2017. Em relação ao sistema operacional, 10,765 milhões possuem Android e 605 mil são IOS. Quanto aos feature phones, tiveram queda de 21%, passando de 891 mil no primeiro trimestre de 2017 para 701 mil no mesmo período deste ano. O ticket médio dos feature phones teve crescimento de 2,7% no período, passando de R$ 110 para R$ 113 entre janeiro e março de 2018.

Segundo trimestre de 2018

Dos 12,050 milhões de celulares vendidos no segundo trimestre de 2018, 11,415 milhões foram smartphones e 635 mil foram feature phones. Mantendo o comportamento de consumo do começo do ano, também em abril, maio e junho os modelos de smartphones mais vendidos foram os intermediários, com 6,1 milhões de unidades vendidas, seguidos dos hi-end, com 2,5 milhões. “Os smartphones com faixa de preço de R$ 700 a R$ 1.099 e de R$ 1.100 e R$ 1.199 continuaram se destacando no segundo trimestre de 2018, com crescimento de 5% e 47% em relação aos mesmos meses do ano passado, respectivamente. Além disso, a fabricante que possui a maior fatia de mercado aumentou o seu portfólio de produtos nesta faixa”, destaca Meireles.

Em receita, o segundo trimestre deste ano faturou R$ 13.950 milhões, 5% a mais do que os mesmos meses do ano passado. “Neste período, o mercado sofreu impactos desfavoráveis: o Dia das Mães não foi tão bom quanto o esperado, a greve dos caminhoneiros refletiu no abastecimento dos produtos, a Copa do Mundo causou um gap nas vendas do varejo em dias de jogos e as fabricantes colocaram menos produtos no mercado, além do desemprego e do dólar continuarem aumentando, o que causou uma pausa no consumo”, avalia Meireles. Ele ressalta que neste período as quatro principais fabricantes passaram a deter 91% do mercado, quando no ano passado tinham 87%.

O ticket médio dos smartphones teve aumento de 11% em relação ao segundo trimestre do ano passado e passou de R$ 1.099 para R$ 1.222. Comparado com o primeiro trimestre deste ano, o aumento foi de 3%. Os smartphones com Android aumentaram de 10,765 nos primeiros meses do ano para 10,977 neste segundo trimestre de 2018 e os aparelhos com IOS sofreram queda, passando de 605 mil para 437 mil. “Neste período, o destaque foi a chegada do Android Go e lançamentos com a tecnologia Android, o que significou uma democratização com novas opções de produtos deste sistema operacional“, avalia o analista.

A venda de feature phones também teve queda, embora menor do que se esperava. No segundo trimestre de 2018 foram vendidos 635 mil aparelhos, 10,5% a menos do que no mesmo período de 2017. Já o ticket médio dessa categoria teve aumento de 19%, reflexo do aumento do dólar. Passou de R$ 117 no segundo trimestre de 2017 para R$ 139 no mesmo período de 2018. “A queda nas vendas está diminuindo cada vez mais se compararmos ano a ano. As fabricantes têm investido nesta categoria porque há demanda. Em regiões como o Norte e o Nordeste do Brasil, por exemplo, a procura só tem aumentado. Os consumidores desse tipo de aparelho não têm interesse em novas tecnologias, querem usar o básico, fazer ligações apenas. Outro ponto positivo para essa categoria é que antes só existiam feature phones 2G e hoje é possível encontrar produtos com conexão 3G no Brasil e com 4G no exterior. No geral, com o aumento do dólar, o consumidor que precisa de um telefone móvel, opta pelo feature phone ao invés do smartphone, porque ele precisa apenas se comunicar”, conta o analista.

Expectativas

Para os próximos meses, a IDC Brasil prevê que as vendas de feature phones continuem em queda, mas em ritmo menor. O ano deve fechar com 2,7 milhões de feature phones vendidos, contra os 3,084 milhões de 2017. Já a expectativa da IDC para o mercado de smartphones, é fechar o ano com 46 milhões de aparelhos vendidos, uma queda de 2,9% em relação a 2017, que movimentou 47,7 milhões de aparelhos vendidos. Segundo o analista, o cenário será desafiador para o segundo semestre de 2018. “A variação cambial batendo recordes históricos, eleições presidenciais em outubro e a taxa de desemprego elevada no país são fatores que geram incerteza para o mercado, levando o consumidor a ser mais cauteloso e as fabricantes mais conservadoras”, finaliza.