Skip to content

TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

Archive

Category: Negócios

A Orbitall, empresa do Grupo Stefanini especializada em contact center e processamento de meios de pagamento, investe em soluções que ajudam as empresas a se adequarem à Transformação Digital. Batizada de E.M.A., sigla que vem da aproximação de três pilares importantes – Ecossistema Integrado, Multicanalidade e APIs (Application Programming Interface) – a estratégia permite a construção de soluções end-to-end totalmente digitais.

De acordo com uma pesquisa da FGV, consumidores com cartão de crédito emitido pelo varejo têm gasto mensal 55% maior que os demais. Ainda segundo a pesquisa, a frequência de visita aos estabelecimentos dos quais possuem o cartão aumenta em 33%. “A nossa estratégia E.M.A. permite, por exemplo, a construção de um cartão Private Label virtual para as redes varejistas, onde o cliente pode efetuar o pagamento por meio de um QR code. Dessa forma, as redes varejistas conseguem fornecer uma nova experiência nas transações financeiras, 100% digital, de fora interativa, mais rápida e intuitiva”, comenta Silvia Aragão, diretora comercial e de novos negócios da Orbitall. Confira abaixo mais detalhes da estratégia E.M.A.:

Ecossistema Integrado – A Orbitall conta com soluções que permitem a criação de ofertas end-to-end. Isso porque seu ecossistema inclui as demais empresas do Grupo Stefanini (como a Saque e Pague, Top System, Woopi, Stefanini Inspiring e Stefanini Document Solutions, por exemplo), órgãos governamentais, meio acadêmico, startups (por meio do programa Open Startups do Grupo Stefanini), além de parceria com outros grandes players de tecnologia.

Multicanalidade – De acordo com o relatório “Internet Trends 2017”, elaborado pela KPCB, os consumidores da geração Y preferem o atendimento via Web Chat ou Mídias Sociais. Já as gerações anteriores têm preferência pelo telefone. Dessa forma, multicanalidade é essencial para atender os mais diversos perfis de consumidores. A Orbitall oferece soluções completas e modulares, seja de forma assistida, física ou digital, por meio de chatboot, chat humanizado, whatsapp, assistente virtual, mídias sociais, e-mail, entre outras soluções.

API’s (Application Programming Interface) – As API’s funcionam por meio de diversos códigos e ligam as diversas funções por meio de uma camada de serviço, de forma que possam ser utilizadas em outras aplicações. A Orbitall está certificada para operar com a mais recente versão do Vision Plus, software para processamento de meios de pagamento, uma plataforma flexível para integração e maior interoperabilidade entre sistemas. O uso das API’s possibilita a conexão entre diversas soluções.

Silvia Aragão ressalta que a Orbitall oferece soluções que promovem a transformação digital dentro das empresas para que elas possam se desenvolver ainda mais. “Um exemplo é no atendimento ao cliente. Entendemos que o modelo tradicional está abaixo do esperado pelo consumidor. Por isso, oferecemos soluções que permitem agregar novas formas de estar em contato com o cliente, promovendo experiências que, além de agradar, geram redução de custos e diversos outros benefícios”, comenta.

O estudo “Diagnóstico da automação no Brasil”, realizado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com o apoio metodológico da GfK Brasil, e divulgado na 51ª Convenção Abras, tem o objetivo de medir o nível de automação e uso da tecnologia nos segmentos de indústria, comércio e serviços e também apontar como o consumidor brasileiro adota aplicações que facilitam sua vida. Até o momento, foram entrevistados 2.003 consumidores, 2.169 empresas dos setores de comércio e serviços e 1.478 indústrias – o universo da pesquisa envolve empresas de todos os portes.

Com periodicidade trimestral, o estudo analisa a influência dos recursos tecnológicos no comportamento do consumidor e como esse fenômeno alterou a interação entre ele, empresas e produtos. A apuração é realizada em todas as capitais do país para uma visão detalhada da adoção e impacto da automação. Para o setor supermercadista, os resultados podem direcionar as estratégias para atendimento de demandas com a agilidade que o varejo necessita. “A adoção dos novos recursos proporcionados pela tecnologia orienta empresas à inovação e ganhos de produtividade; já o consumidor, assume uma nova relação com o varejo e vivencia novas experiências que lhe dão mais qualidade de vida”, afirma João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

Comércio e serviços – Tornar processos mais eficientes, inovar perante a concorrência, oferecer mais qualidade e aumentar a produtividade tem sido metas seguidas pelas empresas de comércio e serviços para ganhar a atenção de mais consumidores. O estudo “Diagnóstico da automação no Brasil” aponta que o setor de comércio e serviços possui automação nos sistemas de gestão do ponto de vendas e de estoque, além de proporcionar mais proximidade com os clientes. Das 2.169 empresas de comércio e serviços já entrevistadas, 65% investiram em canais de relacionamento com os clientes e 25% delas já conseguem identificar as características do perfil dos seus consumidores.

O estoque tem sido outra preocupação das empresas de comércio e serviços, já que a administração correta dos itens disponíveis evita perdas e valoriza o capital investido. Por isso, 37% das empresas entrevistadas adotaram a leitura ótica para gestão do estoque.

Consumidor – A evolução começa a partir do smartphone. O consumidor relaciona a automação diretamente à tecnologia e inovação. Dos 2.003 consumidores entrevistados no estudo – acima de 18 anos, das classes A, B e C – 69% deles possuem smartphones que os auxiliam em várias atividades diárias. E um dado interessante é que 36% deles aproveitam os aplicativos de lojas, tanto do atacado quando do varejo, para orientarem suas compras.

A conexão à internet está cada vez mais relacionada ao smartphone, mas também é identificada dentro das residências, onde 42% delas já afirmam possuir Smart-TVs.

Embora 84% das companhias globais afirmem que a transformação digital é fundamental para sua sobrevivência nos próximos cinco anos, apenas 3% delas completaram os esforços de transformação em toda a empresa. Isso é o que mostra o “SAP Digital Transformation Executive Study: 4 Ways Leaders Set Themselves Apart”, um dos mais abrangentes estudos sobre o tema, realizado por iniciativa da SAP. Com base em resultados de entrevistas com mais de 3 mil executivos seniores em 17 países, o estudo identificou desafios, oportunidades, valor e tecnologias relevantes usadas na transformação digital.

Cenário no Brasil e América Latina

Mais de metade das empresas na América Latina e no Brasil esperam aumentar seu faturamento entre 2017 e 2018, mas têm consciência de que, nos próximos dois anos, a velocidade das mudanças no mercado deve aumentar, gerando uma necessidade de acelerar também o “go to market”.

Claudio Muruzabal destaca ainda a importância, para todas as indústrias e não apenas para o varejo, da transformação digital. “Já não se trata mais, para as empresas de todos os segmentos, hoje, de uma simples escolha. A transformação digital é o motor essencial para receitas, lucros e crescimento no mercado”.

A pesquisa realizada pela SAP avaliza plenamente as observações do executivo, apontando que 56% das empresas brasileiras esperam um crescimento de receita de 5,1% a 10% a partir da transformação digital já a partir do próximo ano. E 51% delas querem acelerar o mercado.

Enquanto hoje as empresas investem mais em Big Data and Analytics (63%), Plataformas de segurança (59%), Mobile (51%), Cloud (50%), Iot (45%), nos próximos dois anos elas investirão prioritariamente em Big Data and Analytics (78%), Cloud (61%), Plataformas de segurança (58%), IoT (53%), Mobile (44 %), Aprendizado de Máquinas / AI (29%).

O estudo também mostra que os maiores desafios às iniciativas de transformação digital no Brasil são a falta de liderança (24%), falta de gerenciamento (19%) e de habilidades na força de trabalho (16%).

Impacto no varejo

A indústria de varejo está em plena transformação digital. O setor se encontra em um momento cheio de oportunidades e no qual a inovação é chave para se aproximar e dinamizar a conversa com uma nova geração de consumidores, muito mais atento e exigente. Segundo dados da Nielsen, já em 2018, os millenials representarão metade do consumo global e este número aumentará para 75% em 2025.

“O Varejo está-se consolidando como uma das indústrias estratégicas da SAP na América Latina. No primeiro semestre deste ano, as vendas deste setor totalizaram dois dígitos, tanto em soluções na nuvem como em instalações on premises”, diz Claudio Muruzabal, presidente da SAP LAC e Caribe. Ele destaca que o momento do varejo é o de uma indústria em plena transformação digital. “Estams em um momento muito especial para o setor, e a velocidade com que esse segmento cresce e se transforma não acontece por acaso, tem tudo a ver com os modelos e mudanças pelos quais o consumidor está hoje”.

Para Muruzabal, mais do que nunca, o cliente deve ser o grande foco de atenção. “A experiência do cliente é a porta de entrada para uma transformação digital bem sucedida e as ferramentas do dia a dia, como as que proporcionam dados emergentes para entender os padrões de comportamento do cliente; a omnicanalidade para gerenciar o relacionamento, e as tecnologias emergentes como a aprendizagem de máquina – capazes até de detectar o humor da pessoa de acordo com seus comentários – são vitais para gerar as respostas desejadas pelas empresas”.

No Brasil, uma das grandes companhias que atuam no varejo, que já percebeu a nova realidade e atualizando seus negócios, levando-os para a nuvem, é o Grupo Boticário, terceira maior empresa de cosméticos do País e maior rede de franquia do mundo. Com mais de 4.070 lojas no Brasil e em nove outros países, o Boticário começou a jornada da transformação digital com uma variedade de soluções da SAP para simplificar seus negócios.

Além do significativo valor que oferecemos para varejistas em todo o mundo, incluindo Macys, Burberry, Mink, L’Oreal, The BodyShop, e, na América Latina, para empresas como o Grupo Éxito, Liverpool, El Palacio de Hierro, Mabe e as lojas brasileiras Marisa, que estão avançando sem seus planos de transformação digital com nossa participação, estamos focados, com nossa expertise e experiência, em alavancar a transformação digital, para empresas de todos os segmentos e portes”, salienta Muruzabal.