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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

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Category: Negócios

m 2020, serão 5,7 bilhões de pessoas com celular no mundo, 1,9 bilhão a mais que atualmente. Os números são de um relatório divulgado em abril pela GSMA (Global System for Mobile Communications, ou Sistema Global para Comunicações Móveis, em português), que indica ainda que no decorrer dos próximos quatro anos o Brasil terá 18 milhões de novos usuários de celular. O estudo prova o que se tem visto diariamente: pessoas fazendo tudo via celular, inclusive comprando passagens de ônibus.

Para tornar ainda mais seguro esse tipo de transação, oGuichê Virtual, startup brasileira líder na venda de passagens de ônibus online, lançou uma nova funcionalidade para seu aplicativo: agora os clientes podem finalizar a compra das passagens apenas com aimpressão digital, facilitando ainda mais a vida do usuário, que não precisa inserir senha e nem os dados de pagamento já utilizados em outras ocasiões.
A empresa é a primeira do setor a implementar a autenticação digital em sua operação e o recurso já está disponível no sistemaAndroid para os celulares que possuem o sensor biométrico e será lançado paraiOSnas próximas semanas.
“Desde o início, trabalhamos com o app nativo, desenvolvido especificamente para mobile, pensando na comodidade e praticidade para os usuários. Isso nos possibilita entregar aos nossos clientes um app em que as páginas carregam mais rapidamente e inovarmos com funcionalidades como o pagamento por biometria e a identificação do cartão de crédito apenas apontando os números para a câmera do smartphone”, diz Halyson Valadão, COO do Guichê Virtual.
Outra novidade é relacionada ao layout do aplicativo: já disponível no sistema Android, todo o design foi remodelado para ser ainda mais amigável e facilitar a navegação do usuário. Desde que foi lançado, em agosto de 2016, o app nativo da empresa já foi baixado por 100 mil pessoas. Atualmente, 51,87% de todas as compras de passagens pelo Guichê Virtual são feitas via mobile.
Os números expressivos se justificam pela conveniência e praticidade que o aplicativo proporciona. Único no mercado capaz de finalizar a compra da passagem em menos de um minuto, o app encontra as rodoviárias mais próximas por geolocalização, envia pushes com alertas de interesse do cliente e permite que o passageiro cancele a compra de passagem sem custo. Esta agilidade provém da capacidade que o sistema possui de salvar as preferências de cada usuário, utilizando dados de compras anteriores e disponibilizando rotas favoritas e sugestões baseadas nos hábitos do viajante.

A Datalogic, líder mundial nos mercados de Captura Automática de Dados e Automação Industrial, apresenta durante a APAS 2017, um dos maiores eventos do Brasil voltado para supermercadistas, a tecnologia Jade, que promete mudar a experiência de compra dos consumidores.

O Jade é um checkout com esteira e scanners automatizados capaz de registrar até 100 itens por minuto. Na prática, a tecnologia torna a finalização das compras até cinco vezes mais rápida na comparação com um caixa tradicional, que registra cerca de 15 itens no mesmo intervalo de tempo.

O equipamento esta em exposição no estande da Fast Gôndolas, um dos maiores espaços de exposição da feira da APAS deste ano, que acontece até o dia 5 de maio, no Expo Center Norte. O estande da Fast Gôndolas estará localizado no Pavilhão Verde, Rua L-11, estande 551.

O Jade conta com 16 câmeras para leitura de códigos de barras por reconhecimento de imagem. A tecnologia consegue capturar os dados do produto em qualquer posição na esteira. “O Jade representa um aumento na performance de vendas do supermercado e resolve o tempo de espera dos consumidores nas filas, um dos principais gargalos hoje nas lojas de supermercados, hipermercados e atacarejos”, explica Fabio Lopez, diretor de vendas da Datalogic no Brasil e Sul da América Latina.

A solução foi desenvolvida no Brasil pela Datalogic em parceria com a Fast Gôndolas – uma das principais empresas do país no desenvolvimento de gôndolas, checkouts e racks integrados, voltados para diferentes estabelecimentos do mercado. Hipermercados, supemercados e atacarejos, além de lojas de departamentos, drogarias, conveniências, home centers já podem contar com a tecnologia.

Apesar da facilidade da operação, o Jade não dispensa a atuação de um operador de caixa, que passa a ter uma nova função. O profissional continua responsável pela coordenação do registro dos produtos e pela finalização das compras, para que o cliente possa realizar o pagamento.

Entre os grandes diferenciais da nova tecnologia, destacam-se os avisos visuais e sonoros, acionados para o operador do caixa quando há qualquer inconsistência no processo de registro dos itens. Produtos de hortifruti, por exemplo, podem ser pesados em balanças acopladas ao checkout. ”O Jade fotografa todas as inconsistências e as disponibiliza em um monitor. O operador consegue finalizar a compra somente após a leitura e reconhecimento de todos os itens idenificados pelo scanner”, explica Lopez, ao ressaltar que os lojistas têm diversos mecanismos para evitar fraudes no registro dos produtos.

A agilidade do Jade também se estende às saídas das compras: enquanto um cliente finaliza o pagamento e empacota as suas compras, o operador do checkout pode adiantar o atendimento do próximo consumidor. A tecnologia ainda pode ser configurada de acordo com as preferências do lojista. Os produtos vendidos em pacotes, como leite e cerveja, por exemplo, podem ser registrados por unidade, por pacote ou das duas formas. O Jade também pode ser programado para reconhecer a imagem do produto após algumas leituras. Nessa função, o sistema identifica e registra o item imediatamente no banco de dados do varejista. “O Jade é um leitor inteligente e possui funções específicas que resolvem pequenos problemas do dia a dia do varejista, o que impacta positivamente no faturamento da loja”, acrescenta o executivo.

Expectativas

De fabricação exclusiva da Datalogic, a inovação está em operação há três anos nos Estados Unidos e Europa. Aqui no Brasil, o Jade foi desenvolvido em um sistema totalmente responsivo e pode ser integrado a qualquer Software ou Sistema de Ponto de Venda (PDV) utilizado. Segundo as expectativas da Datalogic, o Jade tem potencial para representar 5% do faturamento da empresa no Brasil ainda em 2017. “Há uma tendência natural de crescimento desse mercado, uma vez que o cliente final busca, cada vez mais, fazer as compras no seu tempo. Há uma necessidade urgente de controlar o tempo que se passa no supermercado, desde a escolha dos itens até o pagamento. A Datalogic está pronta para suprir essa demanda”, diz Lopez.

Por José Formoso, CEO da Embratel

Os próximos anos serão marcados pelo avanço significativo do processo de transformação digital das empresas. Mais da metade das médias e grandes organizações brasileiras investirão em projetos do setor de Tecnologia da Informação já a partir deste ano. Para que a transição digital ocorra com êxito, desafios deverão ser enfrentados com firmeza, especialmente por executivos responsáveis por viabilizar esse movimento dentro das companhias.
Transformação, no mundo corporativo, representa mudança de escala e nos componentes fundamentais de uma empresa. A transição tecnológica que temos presenciado ao longo dos últimos anos está impulsionando novos modelos de negócios e fazendo as grandes organizações repensarem suas ofertas, formas de distribuição, necessidades e desejos dos clientes finais.
As poucas companhias globais que saíram à frente e já são consideradas bem-sucedidas no processo de transformação digital focam em três pontos fundamentais: experiência do cliente, processo operacional e modelo de negócios. Em todos os casos, o sucesso vem por meio da combinação entre a atividade digital e uma forte liderança, em um movimento que já tem nome e está sendo identificado como Maturidade Digital. Essas organizações já estão no próximo nível e serão seguidas por milhares de concorrentes nos próximos anos.
O avanço só será possível com ambientes cada vez mais tecnológicos, repletos de modernas soluções de TI, mobilidade e telecomunicações. Aplicações serão armazenadas em ambientes Cloud (na Nuvem) e aplicativos tomarão conta das empresas, promovendo agilidade e ganhos de performance para os negócios.
Os sistemas, antes administrados apenas pelas áreas de TI, estão extrapolando esse departamento e permeando todos os departamentos da organização, tornando siglas anteriormente reconhecidas como técnicas em linguagem de negócios. Fique certo: você ouvirá cada vez mais termos como Cloud Computing, Analytics, Big Data, Data Center, Mobile, APP e Social Business.
Cloud Computing, antes visto como apenas uma tendência, é o hit do momento, inclusive por ter conquistado a confiança do mundo corporativo. Seus atrativos são interessantes pela segurança, custo e facilidade de uso. Quem achava que o armazenamento na Nuvem não passaria de um momento enganou-se, sobretudo pelas novas ofertas que permitem a utilização conforme a necessidade e, principalmente, o pagamento de acordo com o uso. Em tempos de reinvenção dos negócios, é sensacional poder pagar por serviços de TI como um serviço de utilities, como energia elétrica ou água.
Nesta nova era digital, as empresas terão que acompanhar os usuários finais na busca de modelos colaborativos, envolvendo companhias estabelecidas com startups que possuem poucos meses de vida. A tendência é termos tudo conectado e integrado em uma única rede, cuja base serão os serviços de telecomunicações. Estimativas apontam que teremos 50 bilhões de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) no mundo em 2020 e, em dez anos, esse número irá quadruplicar. Apesar de as áreas de TI estarem presentes no novo modelo, estudos indicam que mais de 95% dos projetos de Big Data, Business Analytics e IoT terão origem no setor de negócios para solucionar problemas da operação ou necessidades da equipe de marketing.
O crescimento da IoT está intrinsicamente relacionado ao uso de Cloud, Big Data e Business Analytics – importantes ferramentas de entendimento e inovação de negócios. Em dois anos, metade dos dados de IoT estarão armazenados em ambientes na Nuvem. Uma cifra surpreendente diante das declarações de empresas que falavam até há pouco tempo que tinham receio de ambientes Cloud. Os movimentos de mercado mostram que estruturas terceirizadas com companhias renomadas e com gestão de técnicos especializados são mais seguras e, portanto, menos suscetíveis a problemas que gerem perda de dados.
Em um cenário com concorrentes globais e não mais regionais, a transformação digital será o principal trunfo das companhias brasileiras para despontar nos próximos anos. Inovação e tecnologia de ponta serão os fatores de sucesso para distinguir líderes de seguidores. Não há tempo a perder. Prepare sua empresa para inovar!