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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

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Category: Negócios

O consumidor tem à sua disposição 16 aplicativos em média no seu smartphone atualmente. Das 244 milhões de linhas móveis em operação no Brasil, aproximadamente 198 milhões delas acessam a internet por smartphones, segundo estudos da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP). Considerando que o país conta com 206 milhões de habitantes, há uma concentração de mais de um aparelho por habitante. Portanto, o potencial de compras orientadas pelo acesso à internet móvel não tem limites – pelo menos do ponto de vista dos otimistas do contexto socioeconômico do país.

Ao aliarmos essas estatísticas aos conceitos de big data analytics, percebemos que proporcionar experiências inovadoras para os clientes tornou-se uma estratégia obrigatória. Para inovar, e encantar o cliente, todas as informações disponíveis podem e devem ser utilizadas. Desta forma, a análise de informações geradas pelo consumidor se torna uma ferramenta mais que eficiente e imprescindível para aumentar as vendas. Seguindo essa linha, a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil – entidade dedicada a oferecer serviços e soluções para varejo, saúde, transporte e logística – lança a API de informações de produtos com o objetivo de incentivar startups e desenvolvedores a criarem aplicações para o consumidor final.

Uma das metas do serviço será garantir ao consumidor a consulta de por informações registradas pelos fabricantes do país no Cadastro Nacional de Produtos (CNP) – uma base de dados online criada pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. De acordo com João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, “uma base de dados precisa e bem detalhada faz toda diferença para que as empresas ofereçam ao consumidor a confiabilidade que ele espera ao adquirir um produto”. “E é essa confiança na marca que a faz ganhar competitividade frente à concorrência”, completa.

Um exemplo para ilustrar essa tese é a constatação da GS1 do Reino Unido. Devido a ineficiências de processo, duplicidade de informações e soluções alternativas adotadas pelos vários integrantes da cadeia de abastecimento naquela região, houve prejuízo equivalente a R$ 4 bilhões entre 2010 e 2015. A soma refere-se a perdas em vendas e erosão dos lucros nos setores de indústria, distribuição e varejo.

Informação é um dos bens mais preciosos na era da transformação digital. A GS1 Brasil espera, com a iniciativa deste novo serviço de consultas a informações de produtos, que desenvolvedores criem aplicações bem criativas e fáceis de usar. “Ao abrirmos o acesso ao Cadastro Nacional de Produtos, estamos certos de que o mercado recebe informações cadastradas em um único local, com dados uniformes, sem intervenções de terceiros, já que os fabricantes são os responsáveis pela assertividade”, explica Oliveira. No sistema, é possível obter características detalhadas inseridas pelos fabricantes, com a descrição específica de um item, a marca e até mesmo um link para direcionar ao site do produto ou da indústria.

A Valid Certificadora Digital promove o VALID Credentials (http://vc.validcertificadora.com.br/), aplicativo para dispositivos móveis, que permite aos usuários a emissão e o gerenciamento dos certificados digitais e de atributos, armazenados diretamente em seus smartphones e tablets. Além de gerenciar credenciais, o VC funciona como um assinador digital de bolso.

“A assinatura digital atribui presunção de validade jurídica aos documentos eletrônicos, e com o VC o signatário pode assinar qualquer documento eletrônico, prescindindo do uso de papel, promovendo a redução de custos operacionais envolvidos na impressão, distribuição, guarda e descarte de documentos em papel, tudo diretamente do dispositivo móvel”, explica Márcio Nunes, diretor-geral da Valid Certificadora.

O executivo lembra que o uso do aplicativo traz mais comodidade e segurança aos usuários de certificados digitais, principalmente profissionais que tenham necessidade de mobilidade no uso de seus certificados, como empresários, advogados, médicos e contadores, entre outros. “Não importa se o usuário precisa assinar digitalmente um documento no computador ou no smartphone. O VC comunica-se de forma transparente com sistemas legados, sem requerer nova codificação. Use o VC para assinar documentos em qualquer sistema que use certificados digitais e aproveite a conveniência da mobilidade com segurança”, afirma.

Nunes explica que o app está disponível para download na Apple Storee noGoogle Play em duas versões: uma gratuita para os clientes Valid e uma paga, voltada àqueles que queiram utilizar o aplicativo para armazenar os certificados de outras Autoridades Certificadoras ICP-Brasil. De acordo com o executivo, estão disponíveis no aplicativo os seguintes tipos de certificados digitais:

· e-CPF e e-PF Mobile A1 (R$ 190)
· e-CNPJ e e-PJ Mobile A1 (R$ 259)
Em relação aos seus concorrentes, o VC permite a emissão do certificado digital diretamente no dispositivo móvel, garantindo a mesma experiência de outros certificados da VALID. A segurança, a facilidade de uso e a integração com certificados de atributo são outros grandes diferenciais da solução. Nunes destaca ainda diferenciais como:

Assinatura de documentos;
Digitalização de documentos, com assinatura, armazenamento e gerenciamento;
Coleta de imagem, com validade jurídica, armazenamento e gerenciamento;
Serviço de assinatura integrado, realizado através do aplicativo do VC e do VC Connect sem contratações extras de serviços;
Carregamento e validação dos certificados de atributo, ex: Carteira de Identificação Estudantil (CIE) de acordo com DOC-ICP 16 e DOC-ICP 16.01.
“Entendemos que a mobilidade é fator importante no dia a dia das pessoas. Permitir o uso do Certificado Digital de maneira a simplificar a rotina de seus usuários é uma forma de incentivar o seu uso, colocar em prática a desmaterialização de processos e inserir os usuários na transformação digital como forma de facilitar a vida real”, conclui Nunes.

Com 800 lojas e nove centros de distribuição em 16 Estados do país, recentemente o Magazine Luiza equipou todos seus vendedores com smartphones. O projeto visa permitir que os próprios vendedores possam tirar pedidos e realizar pagamentos direto pelo equipamento, sem a necessidade de o cliente ir até um caixa para finalizar a compra.

Para dar suporte técnico a esses dispositivos, a empresa adotou o modelo de suporte remoto para celulares, com a utilização do Rescue Mobile da LogMeIn, para assim ajudar a configurar os smartphones remotamente, dar suporte técnico e, consequentemente, cortar custos e poupar o tempo de todos.

O suporte remoto, que antes era utilizado apenas para computadores, agora também permite que técnicos possam acessar smartphones e tablets como se eles estivessem fisicamente em suas mãos e, assim ajudam a resolver problemas técnicos, sem se deslocarem até o local do problema. “Para garantir uma ótima experiência aos clientes não basta apenas equipar os vendedores, é importante garantir que os equipamentos estejam em pleno funcionamento e que qualquer imprevisto possa ser resolvido rapidamente”, comenta Gustavo Boyde, Gerente de Marketing da LogMeIn para a América Latina.

O Magazine Luiza conta hoje com cerca de 10 mil vendedores equipados com smartphones. Em um mundo cada vez mais conectado, muitos clientes da loja virtual também frequentam a loja física para finalizar uma compra ou auxílio pós-vendas e, com os novos dispositivos, os vendedores têm acesso ao perfil dos clientes que compram pelo site. Ao mesmo tempo em que o cliente se encanta com o atendimento inteligente, ter todos os vendedores conectados é um desafio para a equipe de suporte. Se cada dificuldade no uso dos equipamentos exigisse o deslocamento de técnicos, o projeto seria inviável.

Com o uso do Rescue Mobile da LogMeIn, uma pequena equipe presta atendimento a todos os vendedores remotamente. Antes, os atendimentos eram feitos por um processo manual ou por telefone, agora todo o suporte é feito com o uso da ferramenta da LogMeIn. “Usamos a ferramenta diariamente para suportar os atendimentos à nossa plataforma de vendas mobile. Gostamos da ferramenta porque ela gera relatórios referentes ao atendimento, além de pesquisas de satisfação dos clientes. Tudo contribui para uma excelência no atendimento“, afirma Fábio Lourenço Hilário, Coordenador de Operações da Magazine Luiza.

Após a pesquisa de 3 ferramentas similares no mercado, o Magazine Luiza chegou na melhor aderência de sua realidade com a LogMeIn, visto que a empresa norte-americana customizou a solução de acordo com as necessidades e ofereceu um produto que permite um atendimento personalizado.

Antes do Rescue Mobile, a empresa trabalhava com cerca de 4 mil smartphones e agora, está com mais do que o dobro de dispositivos. “Estamos utilizando o suporte remoto desde junho de 2016 e a diferença é que o atendimento é rápido, aumentamos o número de equipamentos e, ainda, levamos menos de 1 mês para a implantação do Rescue”, comemora Hilário.

Economia de tempo e equipe enxuta

De acordo com Fábio Hilário, os maiores benefícios conquistados pelo uso da ferramenta Rescue Mobile foram a economia de tempo que ajudou a otimizar o processo de trabalho e o fato de o Magazine Luiza não precisar aumentar a equipe interna para atender todas as lojas.

O deslocamento não era grande, mas o tempo médio de atendimento era em torno de 30 a 40 minutos. E, hoje, o Magazine Luzia resolve as mesmas demandas em cerca de 10 minutos e conta com uma equipe de 4 pessoas que comandam o Rescue Mobile. “A ferramenta atende o funcionário do Magazine Luiza que é o que vende via mobile e o cliente final, por consequência, terá boa experiência e bom serviço, além de agilidade no atendimento. A interação é muito boa e facilita muito os reparos do dia-a-dia. Antes usávamos muito correio ou malote para tirar os equipamentos e instruir o usuário. Agora, com o suporte remoto, tivemos uma ótima economia de tempo e conseguimos manter um padrão elevado com a mesma equipe. Desde que o serviço foi implantado foram realizados quase 6 mil atendimentos”, conclui o coordenador.