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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

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Category: Negócios

Oferecer experiência diferenciada ao perfil de “hóspede conectado” é hoje um dos principais atrativos do setor hoteleiro. Para quem vai se hospedar, a integração de sistemas de telecomunicações e software de gestão de hotéis e o fornecimento de conexão Wi-Fi de qualidade são pré-requisitos e não mais opções de conforto. A experiência diferenciada ao usuário passa a representar também aumento de receita e produtividade aos hotéis.
Atenta a essa necessidade do mercado, a Alcatel-Lucent Enterprise (ALE) oferece tecnologias que possibilitam automação dos quartos com aplicações no próprio dispositivo do hóspede para controlar cortinas, temperatura ambiente, avisos, solicitação de serviços, check-in/out e menus informativos como “e-concierge”. Outra alternativa é o Aplicativo Mobile Guest Softphone (MGS), que permite eliminar telefones dos quartos e promover aos hóspedes e familiares a possibilidade de levar o “ramal do quarto” para qualquer ambiente do hotel em seu próprio dispositivo móvel.
No setor de estrutura interna dos hotéis, a plataforma de software Serviço de Notificação (OTNS) é capaz de integrar centrais de automação do hotel com a plataforma de comunicação. Por exemplo, caldeiras, alarmes de incêndio e sensores de controles de acesso podem ser integrados ao sistema de telefonia, permitindo o envio de avisos sonoros ou SMS/texto aos hóspedes e empregados quando ocorrer um incêndio, uma violação de acesso a uma área restrita ou outras ocorrências.
Para gerenciar tudo isso, a equipe de TI deve ter o controle único das redes cabeadas e sem-fio. Por meio de soluções de acesso unificado pode-se agregar inteligência e segurança à rede dos hotéis. Dependendo da forma de conexão e dispositivo utilizado, a própria rede identifica o perfil dos usuários e, de acordo com sua qualificação, atribui um conjunto de políticas de segurança e qualidade de serviço. É possível diferenciar hóspedes com distintos níveis de fidelidade, funcionários, prestadores de serviços e elementos do próprio ambiente como câmeras, sensores e dispositivos de Internet das Coisas (IoT).
Caso específico – Um dos casos mais característicos das novas tendências em hospitality é o do Winery Hotel, da Suécia, que teve uma aplicação da ALE desenvolvida sob medida para sua necessidade. A solução é baseada no aplicativo eConcierge, desenvolvido pela TeleOffice, especialmente para o Winery Hotel e se integra ao kit de desenvolvimento de software (SDK) de Mobile Guest Softphone, da ALE.
Os hóspedes têm acesso a todos os serviços da adega e do hotel, abrangendo desde a área de reserva, a divulgação dos cardápios do restaurante e até a pesquisa de informações sobre os vinhos. Esses serviços estão disponíveis no smartphone ou tablet do hóspede – o que proporciona uma experiência móvel personalizada no hotel, antes, durante e depois da estadia. O novo aplicativo permite que o hotel consiga enviar diretamente ofertas e avisos para o smartphone de qualquer hóspede, o que garante uma possibilidade de contato 24 horas por dia. Também se integra a mídias sociais, para que as atualizações em redes sociais sejam compartilhadas sem restrições.
Os únicos telefones físicos no hotel são as 16 unidades dos DeskPhones Premium Alcatel-Lucent 8028 e 8038, que fornecem uma ampla gama de recursos avançados de telefonia para a equipe de administração. Segundo Rodrigo Pistori Pivetti, Communications Sales Developer da Alcatel-Lucent Enterprise, “o desenvolvimento dessa aplicação demonstra a flexibilidade da solução Alcatel-Lucent Enterprise Guest BYOD de telefonia para hóspedes, por conta do fato que é, ao mesmo tempo, rápida e tem ótima relação custo-benefício”. O executivo reforça que é possível criar esse tipo de solução para qualquer vertical de negócios, e não somente para o setor hoteleiro.
Vantagens – Para os clientes, a tecnologia oferece ao “hóspede conectado” utilizar seu próprio dispositivo (conceito Guest BYOD) para acessar serviços. O hóspede evita filas e usa serviços conforme sua necessidade, sem depender de funcionários. Já para o hotel, a tecnologia elimina filas, permite otimizar o tempo dos funcionários com atividades do dia-dia, gera receitas com serviços de diferenciação, proporciona economia com telecomunicações e material impresso – tudo se torna digital. Dispositivos de IoT como câmeras de segurança, controles de acesso, fechaduras de portas e alarmes de incêndio podem ser integrados à rede com segurança e políticas específicas.
Para Pivetti, “o mercado de hotelaria exige fornecedores de tecnologia que garantam uma experiência de conexão personalizada para hóspedes, ao mesmo tempo em que forneça resultados de negócios tangíveis e positivos”.
A ALE é Platinum Member da Hotel Technology Next Generation, uma associação de mercado dedicada a fomentar o desenvolvimento de tecnologias da próxima geração.

O setor varejista é uma das referências no quesito inovação. Buscando sempre estar antenado com tecnologias que ajudem a melhorar sua excelência operacional aliada a satisfação do consumidor, o varejo brasileiro está cada vez mais alinhado com avanços globais, investindo em soluções que façam a diferença em um mercado tão competitivo. Apesar da maioria das tecnologias disruptivas do varejo estarem presentes em grandes redes multinacionais, a democratização dessas soluções começa a impactar as redes nacionais, possibilitando investimento em ferramentas que ajudam o varejista brasileiro a modernizar sua operação.

Caso prático desse fenômeno, a rede Supermercados Real, situada em Niterói-RJ, adotou etiquetas eletrônicas da Seal Sistemas e começa a colher os resultados dessa transformação. Segundo Gabrielle Valladares, Diretora do Supermercado Real, “em um primeiro momento, trocamos nossas etiquetas de papel pelas etiquetas eletrônicas da Seal Sistemas por uma questão mais visual, acreditando que um supermercado tem que estar sempre limpo e com boa aparência”. De acordo com Gabrielle, o projeto começou na loja de Icaraí, substituindo todas as etiquetas de papel pelas eletrônicas. Com o fim da fase de transição, os resultados foram claros, “os clientes ficaram impressionados ao se deparar com esse tipo de tecnologia em uma loja local. Muitos achavam que esse tipo de tecnologia nunca chegaria ao Brasil, o que gerou satisfação imediata do consumidor e um resultado positivo para nossa loja”, confirma Gabrielle.

Além da parte visual e da melhora da experiência de compra do consumidor, o Supermercado Real notou a diferença real em sua operação diária. Segundo o Real, o processo de precificação que envolvia quatro profissionais, entre elaboração de preços, impressão de etiquetas e conferência das mesmas, hoje é feito por uma única pessoa, já que as etiquetas eletrônicas recebem as informações diretamente do Centro de Processamentos de Dados, não envolvendo mais colaboradores de suas filiais. Para Gabrielle, “esse processo gera uma operação muito mais estratégica, já que nossos supervisores e gerentes não se preocupam mais com o processo de precificação, podendo focar suas atividades no core do nosso negócio”. Outro ponto importante é a assertividade na precificação, o que levou o índice de troca e devolução de produtos por erro de preço praticamente a 0, mudando a relação entre supermercado e consumidor.

Devido ao sucesso das etiquetas eletrônicas na unidade de Icaraí, a Rede de Supermercados Real já investiu nessa tecnologia para suas duas novas lojas. Para Gabrielle, “as duas novas lojas do Real irão operar somente com etiquetas eletrônicas, garantindo um visual moderno e maior precisão na operação”. De acordo com a diretora, “devido a melhora nos processos hoje as etiquetas são um consenso dentro do Real, valendo uma comemoração dos colaboradores quando anunciamos que as novas lojas também iriam contar com essa tecnologia”.

Fundada em 1951 pelo empresário Carlos Fernando de Carvalho, a construtora Carvalho Hosken, umas das principais empresas de engenharia e construção do Rio do Janeiro, especializada no desenvolvimento de condomínios com grandes espaços e qualidade de vida, migrou toda sua operação SAP para a nuvem corporativa da CorpFlex e conseguiu uma redução de custos em infraestrutura de TI de 30%.

A empresa, que trabalha com grande volume de informação e dados de suas obras, precisava de uma atualização tecnológica, em seu parque de servidores, para continuar garantindo para suas aplicações alta disponibilidade, performance e escalabilidade e iniciou uma pesquisa no mercado em busca da melhor solução. As opções eram duas: investir em equipamentos de infraestrutura e licença e, dessa forma, continuar fazendo CAPEX, ou direcionar para investimentos OPEX, com recursos mensais, recorrentes, em um montante menor.

“Nessa época de conceitos disruptivos, investir em OPEX se torna a melhor alternativa. E esse foi um ponto importante para a Carvalho Hosken. Eles estavam em um momento de decisão, queriam saber se continuariam investindo em equipamentos, que estariam obsoletos em alguns anos, ou se iriam para uma operação OPEX. Ajudamos a tangibilizar os valores e eles tiveram uma redução de 30% nos custos”, explicou Edivaldo Rocha, CEO da CorpFlex.

O projeto foi idealizado a quatro mãos e, além da redução de custos, a construtora ganhou maior disponibilidade performance e escalabilidade a operação de TI. Ao todo 18 servidores foram migrados para a nuvem, sem qualquer impacto nas obras em andamento. Segundo Marcos Gomes, executivo de TI da Carvalho Hosken, o trabalho em equipe e a qualificação do time foi um grande diferencial:

“Trabalhamos em conjunto e montamos um projeto personalizado para rodar o nosso SAP. Passamos a ter um custo mensal fixo e a contar com um time multidisciplinar e treinado para administrar toda a nossa infraestrutura computacional. Agora temos um ambiente facilmente escalável e flexível, que pode se moldar de acordo com o crescimento e com demandas momentâneas da construtora. Nosso trabalho ficou mais ágil e confiável e nossa equipe pode, agora, agir de forma mais estratégica”, celebrou Gomes.