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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

Pesquisas recentes apontam que o uso mais comum da nuvem é para gestão de conteúdos e compartilhamento de arquivos. Mas é preciso doutrinar os líderes tomadores de decisão para entenderem que a capacidade da nuvem vai muito além. Ela é possível e totalmente recomendável aos sistemas de alta complexidade. Mais do que armazenar arquivos, a tecnologia comporta lojas virtuais, monitoramento de redes, banco de dados, backup, sistemas de gestão como ERP e CRM, entre outros.

A busca por um modelo de tecnologia ágil e flexível vem aumentando consideravelmente e evidencia o crescimento da adoção de infraestruturas híbridas, a fim de otimizar custos e melhorar a eficiência. Hoje, não é preciso adquirir servidores ou fazer cabeamentos. Esse tipo de atividade promove escalabilidade, um dos requisitos motivadores para a aquisição por parte dos clientes. De acordo com o Gartner, até 2020, 90% das empresas adotarão recursos para gerenciamento das infraestruturas híbridas.

Companhias que procuram agilidade estão buscando oportunidades nas soluções em nuvem para desenvolver modelos de negócios inovadores. A oferta de serviços voltados para Infraestrutura como Serviço (IaaS), Software como Serviço (SasS), Plataforma como Serviço (PaaS) e Business Proccess como Serviço (BPaaS) estão aumentando consideravelmente. Ainda de acordo com o Gartner, o mercado tradicional de Data Center terceirizado está recuando, enquanto o de IaaS em nuvem e hospedagem continua crescendo. Até 2020, os investimentos das empresas brasileiras em cloud devem chegar a US$ 20 bilhões. As ofertas são tão fascinantes que, até lá, 94% das companhias estarão utilizando a tecnologia.

O investimento em uma solução em nuvem pode parecer distante da realidade de muitas companhias. Entretanto, com a possibilidade de contratação sob demanda, como ofertado por muitas empresas prestadoras desse serviço, trata-se de uma solução de alta rentabilidade e baixo custo. Dessa forma, é possível fazer as contratações por projetos e períodos específicos, dispensando orçamentos gigantescos.

Mas as vantagens vão além do orçamento reduzido. Flexibilidade, praticidade e conectividade são palavras-chave em cloud computing. Flexibilidade porque os usuários podem acessar os dados corporativos a qualquer hora e lugar, já com possíveis alterações realizadas. Praticidade na utilização da base de dados que não precisa estar alocada dentro da estrutura da empresa, proporcionando redução de custos de infraestrutura e otimizando atividades operacionais. E, por fim, conectividade por permitir que diferentes soluções conversem entre si de forma simples e segura.

E por falar em segurança, profissionais enxergam o cloud computing como uma tecnologia positiva, mas ainda existem dúvidas relacionadas a sua vulnerabilidade. É importante ressaltar que as invasões acontecem justamente em sistemas instáveis que não receberam os devidos cuidados com a segurança. São necessários testes de correção e atualizações constantes para que as regras de firewall sejam seguidas e a operação não apresente riscos.

Esse novo ciclo exigirá das empresas um planejamento diferenciado e, por parte dos Data Centers externos, uma capacidade ainda maior para acolher essa nova demanda. O comportamento do mercado dita as regras da estratégia e a situação econômica do país forçou as empresas a reverem os investimentos e reduzirem os custos. A mudança da lógica do investimento para a contratação sob demanda aumentou o alcance da tecnologia, também, para micro e pequenas empresas e possibilitou a utilização de nuvens menos complexas, aumentando a abrangência da aplicação. As empresas que não acompanharem essa nova realidade permanecerão obsoletas e assumirão as consequências de ficarem atrasadas no processo de transformação digital, um caminho sem volta.

*Por Antonio Phelipe, Head de Negócios em Infraestrutura de TI da Algar Tech

Simplificar negociações, ampliar as margens de lucros e reduzir os riscos do negócio. Com esses objetivos, a Usina Santo Ângelo desenvolveu um projeto para gestão de riscos financeiros em operações commodities, que permitiu automatizar processos e controlar de forma centralizada e em tempo real os valores do açúcar negociado. Os investimentos realizados contemplaram a implantação do software SAP Commodity Management, além dos serviços especializados para gerenciar toda a execução do trabalho. O projeto foi conduzido pela AdopTI, consultoria com portfolio exclusivo e especializado na plataforma de gestão empresarial SAP e que há anos atua fortemente no mercado sucroenergético brasileiro.

Com mais de 60% de seu faturamento oriundo de exportações, com produtos commodities na BM&FBOVESPA, a Usina Santo Ângelo não dispunha de recursos avançados para gerenciar e controlar suas reservas, valores fixados para o açúcar e, por consequência, aumentava o risco de suas operações no mercado. De acordo com Carlos Alexandre de Sene, gerente de TI da Usina Santo Ângelo, o controle era realizado de maneira descentralizada, por meio de planilhas, o que dificultava a gestão e o planejamento. “Toda a comercialização de açúcar para o exterior é feita em commodity, o que demanda a prefixação de valores, compra de opções de vendas e o pagamento de um percentual para a bolsa. Precisávamos saber, em tempo real, qual era a margem de lucro estabelecida e se ela seria suficiente para manter a produção prevista. Além disso, era fundamental saber com precisão quais eram os riscos do nosso negócio e o quanto estávamos gastando para nos proteger”, explica Sene.

Por isso a usina necessitava de uma solução tecnológica que lhe permitisse a gestão centralizada dos negócios, bem como a capacidade de planejamento e visão de longo prazo. Desta forma seria possível saber qual área demandava uma melhor gestão de custos e ajustes para garantir a lucratividade. A AdopTI foi responsável por conduzir o projeto de implementação do SAP Commodity Manager, que foi concluído em dez meses. Hoje, a Usina Santo Ângelo controla todos os contratos futuros e exportação através da nova ferramenta, que também lhes permite fazer uma previsão do fluxo de caixa, controle de remessas para formação de lotes e emissão de relatórios precisos, com dados confiáveis, tudo sempre em tempo real.

“O Agro é um dos segmentos onde a SAP detém uma importante base de clientes e, para possibilitar a entrada das médias e pequenas empresas, trouxemos ao Brasil a metodologia de implementação acelerada com as melhores práticas, entregando assim o melhor em sistema de gestão com prazo e custo adequado ao tamanho da empresa”, afirma Luciano Idésio, Diretor de Canais da SAP Brasil. “A SAP Commodity Management permite entender melhor o impacto dos preços das commodities, simplificando, automatizando e gerenciando as compras e vendas para reduzir erros e economizar tempo, integrando e transformando processos para refletir as melhores práticas e condições de mercados atuais”, destaca o executivo.

Entre os benefícios que o projeto proporcionou, destaca-se a capacidade de planejamento de longo prazo, que permite que a usina consiga ter uma visão e controle do fluxo de caixa, remessas, taxa de lucratividade de cada contrato, entre outras informações para um planejamento em um cenário de dez anos. Além disso, a usina passou a ter confiança em seus registros contábeis. “Temos segurança em todo o fluxo, visão da situação, agilidade de informação e, o melhor, tudo de forma centralizada”, ressalta Sene. “Antes, demorávamos até três dias para levantar informação de índice de exposição de preços para safras seguintes, agora, temos esse dado na ponta dos dedos, em tempo real”, completa o executivo.

Segundo Rodrigo Guimarães, Gerente de Projetos da AdopTI, o sistema SAP oferece uma plataforma robusta de componentes para tornar seguro e ágil o controle de todas as etapas do processo de gestão de commodities, de uma forma transparente, que facilita e melhora a qualidade na tomada de decisão. “Como resultado de tudo isso, a usina conseguiu elevar sua taxa de lucratividade, confiabilidade nas informações e também otimizar o investimento de seu capital”, enfatiza Guimarães.

Fundada em 1984, a Usina Santo Ângelo é uma empresa de refinação de cana de açúcar localizada no município de Pirajuba, Minas Gerais. A empresa, que possui 1700 colaboradores, produz etanol, açúcar, além da cogeração de energia elétrica, a partir da queima do bagaço da cana de açúcar.

m 2020, serão 5,7 bilhões de pessoas com celular no mundo, 1,9 bilhão a mais que atualmente. Os números são de um relatório divulgado em abril pela GSMA (Global System for Mobile Communications, ou Sistema Global para Comunicações Móveis, em português), que indica ainda que no decorrer dos próximos quatro anos o Brasil terá 18 milhões de novos usuários de celular. O estudo prova o que se tem visto diariamente: pessoas fazendo tudo via celular, inclusive comprando passagens de ônibus.

Para tornar ainda mais seguro esse tipo de transação, oGuichê Virtual, startup brasileira líder na venda de passagens de ônibus online, lançou uma nova funcionalidade para seu aplicativo: agora os clientes podem finalizar a compra das passagens apenas com aimpressão digital, facilitando ainda mais a vida do usuário, que não precisa inserir senha e nem os dados de pagamento já utilizados em outras ocasiões.
A empresa é a primeira do setor a implementar a autenticação digital em sua operação e o recurso já está disponível no sistemaAndroid para os celulares que possuem o sensor biométrico e será lançado paraiOSnas próximas semanas.
“Desde o início, trabalhamos com o app nativo, desenvolvido especificamente para mobile, pensando na comodidade e praticidade para os usuários. Isso nos possibilita entregar aos nossos clientes um app em que as páginas carregam mais rapidamente e inovarmos com funcionalidades como o pagamento por biometria e a identificação do cartão de crédito apenas apontando os números para a câmera do smartphone”, diz Halyson Valadão, COO do Guichê Virtual.
Outra novidade é relacionada ao layout do aplicativo: já disponível no sistema Android, todo o design foi remodelado para ser ainda mais amigável e facilitar a navegação do usuário. Desde que foi lançado, em agosto de 2016, o app nativo da empresa já foi baixado por 100 mil pessoas. Atualmente, 51,87% de todas as compras de passagens pelo Guichê Virtual são feitas via mobile.
Os números expressivos se justificam pela conveniência e praticidade que o aplicativo proporciona. Único no mercado capaz de finalizar a compra da passagem em menos de um minuto, o app encontra as rodoviárias mais próximas por geolocalização, envia pushes com alertas de interesse do cliente e permite que o passageiro cancele a compra de passagem sem custo. Esta agilidade provém da capacidade que o sistema possui de salvar as preferências de cada usuário, utilizando dados de compras anteriores e disponibilizando rotas favoritas e sugestões baseadas nos hábitos do viajante.