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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

Com a consolidação do comércio eletrônico e o consumidor cada vez mais digital e empoderado, Correios e Visa focaram numa mesma missão: melhorar a experiência de compra dos brasileiros. Um resultado desse compromisso é a implementação do Visa Checkout na mais nova plataforma eletrônica dos Correios, a área “Minhas Importações” – dentro do Portal do Importador, ambiente on-line que irá viabilizar o novo modelo de importação no Brasil.

Agora, com a recém-lançada plataforma, é possível acompanhar o status das compras realizadas no exterior e realizar os pagamentos dos tributos por meio do Visa Checkout, sem ter que se deslocar a uma agência dos Correios. A solução da Visa permite que milhões de consumidores comprem on-line com apenas alguns cliques na função crédito, usando qualquer dispositivo. Assim, todo o processo passa a ser realizado eletronicamente e os Correios podem, então, entregar a mercadoria diretamente no endereço do destinatário.

“Uma das premissas do novo modelo de importação é propiciar comodidade e conveniência para os usuários dos serviços. Para isso, oferecer uma forma de pagamento ágil e confiável é essencial”, ressalta o Presidente dos Correios, Guilherme Campos.

“Nosso relacionamento com os Correios é estratégico e foca numa área de extrema importância e relevância que são as compras realizadas pelos brasileiros em sites internacionais”, conta Percival Jatobá, vice-presidente de Produtos da Visa do Brasil. “Nós, Visa e Correios, compartilhamos essa incasável busca por inovações que tenham como principal premissa resolver problemas das pessoas. O Visa Checkout surgiu com esse propósito e tenho certeza que, com a capilaridade dos Correios, vamos agilizar a experiência de pagamento de milhares de brasileiros”, afirma o executivo.

Os Correios estimam que cerca de 20 milhões de pessoas utilizam a empresa para fazer importações, o que representa um volume superior a 200 mil encomendas internacionais por dia. Além do Visa Checkout, o comprador ainda pode optar pelo pagamento por cartões de crédito e boleto. Mais informações sobre os serviços internacionais e a explicação detalhada de como funciona o novo modelo de importação estão disponíveis no Portal dos Correios.

Com o objetivo de aprimorar os processos e promover maior eficiência operacional, o A.C.Camargo Cancer Center, Centro Integrado de Diagnóstico, Tratamento, Ensino e Pesquisa do Câncer, implantará um novo sistema de gestão e informação hospitalar. O software Tasy, da Philips, é o novo parceiro da Instituição para a gestão de informações relacionadas a prontuários eletrônicos, fluxo de pacientes, processos clínicos e banco de dados.

A informatização dos processos promovida pelo Tasy trará ainda mais eficiência operacional para a Instituição. A gestão inteligente de processos clínicos, como realização de consultas, exames e aplicação de medicamentos, representará maior eficiência nas interações e ganhos no processo de segurança da informação.

O software da Philips controla diversas etapas do processo de tratamento oncológico, que vão desde processos de enfermagem como o acolhimento do paciente e monitorização, as prescrições e cuidados médicos até os processos de farmácia como gestão de ordens, diluição e dispensação de medicamentos, controle de estoque entre outros.

Todo o fluxo de prontuário e prescrição da instituição passará a ser eletrônico e gerenciado pelo Tasy. A partir dele, médicos e profissionais de saúde poderão registrar todos os cuidados do paciente com mais agilidade e confiabilidade. “Nosso objetivo é implementar uma solução aderente às estratégias do Cancer Center, e que permita ampliar a eficiência e segurança de nossos processos operacionais e de suporte à assistência”, afirma Vivien Navarro Rosso, Superintendente Geral do A.C.Camargo Cancer Center.

“Estamos entusiasmados em contribuir para que o A.C. Camargo siga sua reconhecida trajetória na pesquisa, no ensino e no tratamento do Câncer. Essa parceria reafirma nossa intenção de atuar ao lado de instituições de saúde e profissionais para proporcionar acesso e atendimento à saúde de qualidade para milhões de pessoas todos os anos”, completa Renato Garcia Carvalho, CEO da Philips Brasil.
Sobre o A.C.Camargo Cancer Center
Referência internacional em oncologia, o A.C.Camargo Cancer Center é um dos mais importantes centros especializados e integrados de diagnóstico, tratamento, ensino e pesquisa do câncer. A instituição provê assistência integrada, de alta complexidade, humanizada e centrada nas necessidades e segurança dos pacientes, em todas as etapas, desde o diagnóstico até a reabilitação.
No A.C.Camargo, médicos e cientistas atuam em conjunto no desenvolvimento de pesquisas que serão aplicadas no futuro da oncologia, resultando nas melhores alternativas terapêuticas e, consequentemente, no aumento dos índices de cura e de sobrevida do paciente. No Ensino, é a principal Instituição formadora de especialistas, residentes, mestres e doutores em oncologia do país, aptos a compartilhar o conhecimento e atuar no combate ao câncer em benefício de toda a sociedade.

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que as antigas práticas de infraestrutura e operações (I&O) e arquiteturas de Data Centers tradicionais não são suficientes para atender às demandas dos novos negócios digitais. A transformação digital requer agilidade e velocidade de TI superando arquiteturas e práticas clássicas. Em 2018, a tecnologia será cada vez mais responsável por suportar aplicativos complexos e distribuídos usando novas tecnologias espalhadas por sistemas em vários locais, incluindo Data Centers locais, Nuvem Pública (Public Cloud) e fornecedores de hospedagem.

O Vice-Presidente e Analista Emérito do Gartner, David Cappuccio afirma que os líderes de I&O devem se concentrar em dez tecnologias e tendências para apoiar a transformação digital de suas empresas. “Essas não são necessariamente as 10 principais tecnologias, nem as melhores tendências em TI, mas sim as 10 tendências que consideramos que terão impacto nas equipes de I&O nos próximos anos. Algumas já estão acontecendo, algumas estão apenas começando, mas cada uma terá um impacto sobre como a TI opera, planeja, aprimora conjuntos de habilidades internas e oferece suporte ao negócio”, diz Cappuccio. O analista destaca que informações completa sobre o tema serão divulgadas na Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center, já confirmada para 4 e 5 de abril de 2018.

Estratégico

1. Planejamento Geográfico – Os fatores externos, incluindo novas leis globais como o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia, as cargas de trabalho de cada região e o acesso à rede global e regional estão levando a TI a gastar mais tempo no planejamento geográfico como parte de suas estratégias de longo prazo. O objetivo em longo prazo não é possuir uma infraestrutura global, mas construir a infraestrutura necessária para suportar o negócio por meio de parceiros, bem como alavancar a infraestrutura de parceiros de uma organização para ajudar a apoiar iniciativas como múltiplas conexões de rede e design e suporte de infraestrutura.

2. Intelligent Edge – Muitos projetos de negócios digitais criam dados que podem ser processados de forma mais eficiente quando o poder de computação é próximo da coisa ou da pessoa que o gera. As soluções de Edge Computing abordam essa necessidade de poder de computação localizada. Por exemplo, no contexto da Internet de Coisas (IoT), as fontes de geração de dados geralmente são coisas com sensores ou dispositivos embutidos. A era da inteligência serve como a extensão descentralizada das redes de campus, redes celulares, redes de Data Center ou a Nuvem. As organizações que embarcaram em uma jornada de negócio digital perceberam que é necessária uma abordagem mais descentralizada para atender aos requisitos de infraestrutura de negócios digitais.

3. Intent-based Networking (IBNS) – O Gartner prevê que até 2020, mais de mil grandes empresas usarão sistemas de Intent-Based Networking. Intent-based networking (IBNS) não é um produto ou um mercado e sim um software de rede que ajuda a planejar, projetar e implementar/operar redes que podem melhorar a disponibilidade e agilidade das empresas, o que se torna cada vez mais importante à medida em que há a transição das organizações para novos modelos com negócios digitais. Com a IBNS, ao invés de definir explicitamente a rede o que precisa ser feito, o software traduz a intenção do negócio para determinar a “correção” da configuração da rede antes da implantação. O sistema então compara continuamente o estado real e desejado da rede em execução.

Tático

4. Economia de Integração – Um negócio digital é suportado por plataformas tecnológicas em cinco áreas: Sistemas de Informação, Experiência do Cliente, Dados e Análises, IoT e Ecossistemas. A plataforma de tecnologia de ecossistemas apoia a criação e conexão de ecossistemas externos, mercados e comunidades. O gerenciamento da Interface de Desempenho de Aplicativos (API- Application Performance Interface) permite que a plataforma digital funcione. As organizações devem projetar APIs, com base nos requisitos do ecossistema, não “de fora para fora”, com base em aplicativos existentes ou infraestrutura tecnológica. “Certifique-se de que sua organização adote uma ‘primeira API’, projetada com base nos requisitos do ecossistema da sua organização. As APIs projetadas dessa maneira podem ser mapeadas para infraestrutura de tecnologia interna. Esta abordagem é mais eficaz do que simplesmente gerar APIs baseadas em modelos de infraestrutura e dados existentes ” explica Cappuccio.

5. Reputação e Experiência Digital – Existem duas tendências interligadas que afetam os negócios hoje que não têm nada a ver com a infraestrutura de TI, mas tudo a ver com o design da infraestrutura. O Gerenciamento de Experiência Digital (DEM – Digital Experience Management) é o impacto de apresentar a experiência digital correta aos clientes. A experiência pode ser móvel ou baseada na web, e deve estar sempre disponível, melhorando e executando continuamente de forma rápida e consistente. Se algum desses itens estiverem faltando, a satisfação do cliente corre riscos. Se a satisfação do cliente está em perigo, especialmente no mundo das redes sociais de hoje, a reputação corporativa pode ser prejudicada rapidamente.

6. Além da TI tradicional – Novas Realidades – As unidades de negócios exigem agilidade, abrindo novos mercados, assumindo concorrentes emergentes, trazendo novos fornecedores e criando formas inovadoras de interagir com os clientes. Mais de 30% dos gastos atuais em TI não fazem parte do orçamento do setor, mas a responsabilidade geral por apoiar essas novas iniciativas –uma vez que elas são testadas e estabilizadas– residirá com TI tradicional. Gerenciar esses novos provedores, gerenciar fluxos de trabalho e gerenciar novos tipos de ativos neste ambiente híbrido, independentemente de onde eles estão localizados, se tornará crucial para o sucesso da TI.

Operacional

7. DCaaS como estratégia – Em um mundo perfeito, pelo menos na perspectiva de muitos líderes empresariais, a TI e o centro de dados seriam essencialmente um gerador muito ágil de resultados de serviços, e não o proprietário da infraestrutura. Para fazer isso, as organizações estão criando um modelo de Data Center como Serviço (DCaaS), no qual o papel da TI e do centro de dados é entregar o serviço certo, no ritmo certo, do provedor certo, ao preço certo. “Tomar decisões fundamentais em um curto prazo pode levar a uma estratégia de longo prazo que incorpora o melhor de ‘como um serviço’ e a Nuvem, sem comprometer os objetivos globais da TI, tanto para proteger e habilitar o negócio. Desta forma, a TI pode permitir o uso de serviços na Nuvem em toda a empresa, mas com foco na escolha do serviço certo, no momento certo, do provedor certo e de tal maneira que o serviço e suporte de TI subjacente não ficar comprometido”, afirma Cappuccio.

8. Adoção de nuvem cautelosa – Para muitas empresas, migrar para a Nuvem é um processo lento e controlado. Os provedores de colocação e hospedagem estabeleceram nuvens privadas ou compartilhadas em suas instalações para fornecer aos clientes alguns serviços básicos, permitindo migrações controladas, treinamento de habilidades de pessoal e um ambiente de Nuvem “seguro” como um passo para o aumento da adoção de Nuvem no futuro. À medida que os clientes se sentem confortáveis com esses serviços e custos, o aumento das migrações para provedores externos é habilitado através de serviços de interconexão. Usar esse ecossistema parceiro para permitir uma infraestrutura ágil é uma tendência emergente.

9. Otimização de capacidade – Em todo o lado – As organizações precisam se concentrar na otimização da capacidade e evitar desperdícios – coisas que são pagas, mas que não são realmente usadas. Esse problema pode ser encontrado tanto nos centros de dados de premissa existentes quanto na Nuvem. É necessária uma mudança de cultura para corrigir esse problema. As organizações devem aprender a se concentrar não apenas no tempo de atividade e na disponibilidade, mas também na capacidade, na utilização e na densidade. Isso pode prolongar a vida de um Data Center existente e reduzir as despesas operacionais dos fornecedores da nuvem.

10. Gerenciamento de infraestrutura ampliada – O centro de dados como única fonte de infraestrutura de TI deu lugar a um modelo híbrido de instalações locais, colocação, hospedagem e soluções de nuvem públicas e privadas. Esses elementos estão sendo combinados com um foco no fornecimento de serviços e resultados de negócios, ao invés de um foco na infraestrutura física. As empresas devem aplicar uma “mão firme” para a estratégia e planejamento de TI, de futuro, em toda a empresa, e aplicar proteções apropriadas, ou enfrentar a possibilidade de perder relevância, governança e agilidade empresarial.

Mais informações sobre o tema serão divulgadas na conferência que está com desconto de R$ 525,00 até 2 de março. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones 0800-7741440 e (011) 5632-3109, ou pelo site gartner.com/br/datacenter