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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

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Category: Sustentabilidade

A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM) e uma das cinco empresas de software corporativo com crescimento mais rápido do mundo, alcançou o nível neutro em carbono (Net Zero) em emissões de gases de efeito estufa, e agora fornece uma cloud neutra em carbono para todos os seus clientes ─ duas etapas essenciais no caminho em curso rumo à sustentabilidade da empresa.

A empresa está empenhada em aproveitar sua cultura de inovação para melhorar o estado do mundo e promover a igualdade para todos. Indivíduos, empresas, cidades e nações estão experimentando os efeitos da mudança climática, que impactam de maneira desproporcional muitas das regiões mais pobres do mundo e amplificam a desigualdade global.

“Atingir rapidamente o Net Zero é fundamental para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas”, diz Suzanne DiBianca, vice-presidente executiva de relações corporativas e diretora de filantropia da Salesforce. “Os projetos de compensação de carbono que escolhemos criam oportunidades econômicas e um impacto ambiental positivo para fazermos a diferença no futuro do nosso planeta e nas comunidades em todo o mundo”.

Desde a sua fundação, a Salesforce vem proporcionando valor aos seus clientes por meio da nuvem. A arquitetura multiusuário da Salesforce é 50 vezes mais eficiente em energia e carbono do que o software tradicional instalado localmente, permitindo que a Salesforce e seus clientes evitem a geração de emissões significativas ao longo do tempo ─ dois milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono em 2016.

“Atingir emissões neutras de carbono é uma tremenda e importante conquista que também é boa para os negócios”, diz Mark Hawkins, vice-presidente executivo e diretor financeiro da Salesforce. “Ao adotar a sustentabilidade em todos os aspectos do nosso negócio, a Salesforce reduz custos e atinge novos níveis de eficiência”.

A Salesforce atingiu o nível neutro de carbono em emissões de gases de efeito estufa, com base em seus esforços de longo prazo para promover a eficiência das operações da empresa, executando dois contratos de energia renovável de 12 anos de duração anunciados no ano passado, assim como apoiando projetos de desenvolvimento sustentável por meio da compra de créditos de carbono de alta qualidade.

Projetos de redução de carbono ajudam a possibilitar emissões Net Zero
Os projetos de crédito de carbono de alta qualidade que a Salesforce selecionou atendem a rigorosos padrões ambientais e proporcionam benefícios econômicos e sociais às comunidades locais. Dois dos projetos apoiados pela Salesforce são:

• Proyecto Mirador: Substitui fogões a lenha em Honduras com uma alternativa mais eficiente, diminuindo as emissões e o desmatamento e melhorando a saúde humana por meio de uma melhor qualidade do ar no interior das residências. Cada fogão reduz em quase 15 toneladas métricas as emissões de CO2 ao longo de sua vida útil de 5 anos.
• Aquecimento de Água Solar na Índia: Fornece às famílias, às pequenas e médias empresas e às instituições um abastecimento de água quente alimentado por energia renovável que é mais limpo e confiável do que as fontes de alto teor de carbono.

Conseguir repassar suas pesquisas sem a necessidade de deslocamento e manter a comunicação em uma área de preservação eram os desafios da ONG SAVE Brasil antes de contratar a HughesNet, empresa líder em banda larga via satélite. Com o serviço instalado, a organização conseguiu economizar custos de viagem, manter a comunicação eficiente e atualizar suas pesquisas sobre as aves diretamente da Serra do Urubu, região do Agreste Pernambucano.

Localizada no município de Lagoa dos Gatos, a 180 km do Recife, a Serra do Urubu possui aproximadamente mil hectares de Mata Atlântica, sendo destes, 362 protegidos e preservados pela ONG SAVE Brasil. O local é de difícil acesso e fica a cerca de 10 km de Lagoa dos Gatos. A ONG atua na região desde 2004, quando conseguiu comprar a área, que estava sendo devastada para a produção ilegal de carvão. A ONG eliminou os focos de ameaça e construiu sua sede, que também é a residência do guarda-parque.

Hoje a floresta está quase totalmente regenerada, graças à atuação do projeto. No entanto, até o final de outubro, a SAVE Brasil ainda enfrentava problemas no seu dia a dia, como a comunicação no local. O guarda-parque, por exemplo, precisava se deslocar até o escritório da SAVE na cidade para repassar informações. Ou ainda combinar ligações por telefone rural em dias e horários específicos, o que nem sempre dava certo, já que a comunicação era interrompida devido a interferências.

Mas com a chegada da HughesNet, não só a comunicação entre o guarda-parque e a coordenadora do projeto melhorou, mas também permitiu que os pesquisadores de aves da ONG pudessem passar mais tempo no local e repassar pesquisas para plataformas on-line direto da Serra do Urubu. “Nossa comunicação mudou muito, na facilidade em lidar com questões administrativas, e principalmente no rendimento de nosso trabalho. Uma descoberta que, às vezes, levava dias para ser catalogada, agora é compartilhada em tempo real, o que, sem dúvida, em curto prazo, já ajudou a acelerar nossas pesquisas”, afirma Bárbara Cavalcante, coordenadora do projeto.

“Situações como essa provam que o acesso à internet é cada vez mais essencial na comunicação entre pessoas e para o desenvolvimento do País. Esperamos levar internet a qualquer lugar, em qualquer momento e, consequentemente, no caso da Serra do Urubu, contribuir com avanços científicos e a preservação do meio ambiente”, comenta Rafael Guimarães, presidente da HUGHES no Brasil.

O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, após tomar conhecimento, no último dia 05 de outubro de 2016, da leitura do parecer de aprovação e do substitutivo aos Projetos de Lei nºs 2390/2015, 3597/2015, 5016/2016 e 5096/2016, bem como do pedido de vista conjunto de parte dos parlamentares integrantes da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática/CCTCI,

CONSIDERANDO:

a. que a proteção online de crianças e adolescentes através da criação de um “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, o qual, em tese, restringiria o acesso à conteúdo “inadequado” a ser classificado de forma unilateral pelos próprios “provedores de informação”, marginaliza o papel dos pais em exercer controle sobre qual tipo de conteúdo seus filho(a)s deveriam consumir, tornando-os coadjuvantes na condução dessa parcela crucial do processo educacional;

b. que existem diversos programas de computadores para o exercício de controle parental quanto ao conteúdo visitado por crianças e adolescentes, o que é garantido como uma opção de livre escolha em qualquer terminal de acesso à Internet e que deve ser objeto de políticas públicas nos termos artigo 29 da Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet). Tais tecnologias empoderam os pais com a habilidade de controlar as informações consumidas por seus filho(a)s, o que está mais de acordo com o seu papel de protagonistas dessa porção importante do processo educacional e que faz parte do livre planejamento familiar assegurado pela Constituição Federal (artigo 226, §7º).;

c. que a necessidade de esforços coordenados entre o Poder Público, a sociedade civil, a comunidade científica e tecnológica e os provedores de conexão e aplicação para estabelecer de forma estruturada os parâmetros para o tratamento da circulação de material inadequados pela internet;

d. que a obrigatoriedade de sistemas de controle embarcados nos equipamentos oneraria a indústria de bens de informática com a obrigação de lhes agregar a suscitada nova funcionalidade, o que, inevitavelmente, será repassado ao consumidor final, gerando, em última análise, efeitos colaterais para a universalização da conectividade no país, bem como para a viabilidade da atividade de pequenas e médias empresas;

e. que em uma rede local (residencial ou corporativa) pode haver dezenas de usuários, sendo que, na maioria das vezes, compartilha-se o mesmo número IP público. Sendo assim, o provedor de conexão teria que autenticar cada um dos milhares de acessos dos milhares de pontos da sua rede, o que não guarda paralelo com o referido compartilhamento do protocolo IP e, em particular, com a interface dos hardwares dos atuais aparelhos roteadores de conexão à Internet. Nesse último caso, que inclui as redes sem fio, a autenticação seria feita apenas no acesso principal e apenas uma vez, o que impossibilita o controle de cada usuário;

f. por fim, que qualquer sistema de registro poderia ser facilmente burlável. Primeiro, porque poderia haver uma autenticação falsa, tal como a criação ou a utilização de cadastros que não por seus verdadeiros titulares. Segundo, porque há diversas ferramentas de mascaramento da conexão, o que a tornaria não rastreável pelos provedores e, em última análise, pelo “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”;

VEM A PÚBLICO

1. Expressar grande preocupação com a proposta de criação do denominado “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, o qual possui barreiras técnicas para a sua implantação, bem como negligencia o controle parental e soluções que contemplem todos os aspectos envolvidos para garantir uma Internet livre, aberta, democrática e que seja um ambiente seguro para as crianças e adolescentes.

2. Argumentar que a pretensão de acautelar riscos inerentes à navegação na Internet – que podem e devem ser mitigados com a educação dos usuários e de seus responsáveis – não deve justificar a criação de controles inconsistentes e passíveis de burla, e que atentariam contra princípios fundamentais consagrados pelo Marco Civil da Internet, criando nova gama de riscos aos cidadãos que se pretende proteger.

3. Expressar, conceitual e tecnicamente, a sua discordância com os projetos de lei supracitados ao proporem:

3.1. que todos os usuários deveriam ser registrados, “a cada conexão”, no “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, bem como que todos os “terminais de acesso à Internet” deveriam vir “embarcados com aplicativo que bloqueie automaticamente o acesso de crianças e adolescentes a sítios com conteúdo impróprio ou inadequado para essa faixa etária”.

3.2. a criação de base de dados do “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, a ser mantida pelo “Poder Público”, que inevitavelmente teria que ser exportada e sincronizada com os milhares de provedores de conexão à internet criando um complexo desafio em termos de escalabilidade e interoperabilidade, bem como uma grande possibilidade de falhas em todo o processo;

3.3 a obrigatoriedade de cadastro significará um estímulo à coleta maciça e desnecessária de dados, o que contraria objetivos, princípios e direitos estabelecidos com o Marco Civil da Internet previstos, respectivamente, nos artigos 2º, inciso II, 3º, incisos II e III, 7º que elevaram a proteção à privacidade à condição para o pleno exercício do direito de acesso à internet, nos termos do artigo 8º, caput, da Lei 12.965/2014.