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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

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Category: Intersecção

HP lança campanha de marketing da linha Ink Advantage Ultra com foco em empreendedorismo, a “Empreendedorismo em 4500 páginas”. Serão veiculados cinco vídeos com dicas de negócio para pequenos empreendedores em estilo flipbook, feito em 4500 páginas que é o que kit de cartuchos que já vem na caixa imprime.

Os vídeos, que serão divulgados semanalmente, falam dos benefícios de aproveitar práticas como Coworking, Crowdsourcing, Gerenciamento de Tempo, Finanças e a construção de um Plano de Negócios. A ideia é associar os benefícios oferecidos pela nova HP Ink Advantage Ultra a esse segmento e, ao mesmo tempo, orientar o pequeno empreendedor quanto à melhor forma de colocar seus projetos no papel.

O lançamento da campanha é uma sequência à ação com as histórias de empreendedorismo recentemente feitas com os influenciadores Bia Granja (https://www.youtube.com/watch?v=6rf9nn1Pvpo) e Henrique Coelho (https://www.youtube.com/watch?v=hh10aVAIbQM)

Confira aqui o primeiro vídeo da campanha:

O jornalista Cleidson Lima, de Campo Grande (MS), fundador e curador do Museu do Videogame Itinerante, iniciou a iniciativa com a sua coleção pessoal e, depois de 4 anos fazendo o evento em um shopping de sua cidade, passará a viajar para outras cidades em 2015. “Um detalhe interessante é que a exposição tem um perfil bem diversificado”, diz Lima.

“Vemos milhares de pessoas com mais de 40 anos que conseguem relembrar consoles das décadas de 70 e 80 e conseguem passar um pouco da sua experiência para os filhos. É nostalgia pura”, afirma. “Tem gente que chora ao jogar novamente clássicos como o pong do Telejogo ou River Raid, Pac Man e Enduro no ATari 2600″.

Como o evento acontece geralmente em shoppings, segundo Lima, atrai um público que talvez jamais fosse a um evento específico de videogames. A exposição tem cerca de 200 consoles, sendo 30 totalmente interativos. As pessoas podem jogar desde o primeiro do mundo até os atuais.

Atari, Nintendinho, Master System, Mega Drive, Nintendo 64, Sega Saturn, Dreamcast, Game Cube, Xbox, Playstation 1. É raro encontrar alguém com menos de 40 anos que já não tenha jogado ou pelo acompanhado alguém jogar alguns dos videogames clássicos que fizeram história no Brasil e no mundo.

Jogos como River Raid, Enduro, Pac-Man, Super Mario Bros, The Legend of Zelda, Donkey Kong, Sonic, Alex Kid, Top Gear, Street Fighter, Mortal Kombat, Final Fantasy, Castlevania, entre muitos outros, ficaram marcados na infância e adolescência de milhões de pessoas. E mesmo com a nova geração de videogames, são muitos que ainda cultivam boas lembranças dos aparelhos de 2, 8, 16, 32, 64 ou 128 bits.

E para aqueles que curtem jogos eletrônicos de todas as épocas, a boa notícia é que o Ibram – Instituto Brasileiro de Museus (www.museus.gov.br) acaba de mapear o Museu do Videogame como o primeiro do país. Criado há cinco anos pelo jornalista e curador, Cleidson Lima, o Museu do Videogame Itinerante, que não tem sede fixa, passará este ano a visitar cidades de todos os estados do Brasil.

Desde 2011, mais de 450 mil pessoas conheceram o acervo que é exposto apenas durante 15 dias do ano, na capital de Mato Grosso do Sul. Em fevereiro deste ano, mais de 160 mil pessoas visitaram a exposição no shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande, que contou com apoio da PlayStation Brasil, Intel, Ubisoft, Oi e Kingston.

Devido ao grande número de pedidos, toda a coleção ganhará o país por meio de parcerias e patrocínios de shoppings, instituições e empresas privadas. Já estão previstas exposições em Fortaleza, Belém, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, entre outras. Esses apoios possibilitarão que as exposições sejam gratuitas para o público em geral.

De acordo com Cleidson Lima, os visitantes encontrarão mais de 200 consoles de todas as gerações nos últimos 42 anos. Entre as relíquias estão o primeiro console fabricado no mundo, o Magnavox Odyssey, de 1972; o Atari Pong (primeiro console doméstico da Atari), de 1976; Fairchild Channel F, de 1976 (primeiro console a usar cartuchos de jogos); o Telejogo Philco Ford, de 1977 (o primeiro videogame fabricado no Brasil); o Nintendo Virtual Boy, de 1995 (primeiro a rodar jogos 3D); o Vectrex, de 1982 (console com jogos vetoriais que já vinha com monitor); o Microvision (primeiro portátil a usar cartucho), de 1979 e o R.O.B (robozinho lançado juntamente com o Nintendo 8 bits, em 1985).

E as raridades não param por aí. Há itens realmente desconhecidos até mesmo para alguns colecionadores, como o Coleco Telstar Arcade, de 1977. Lançado na era pong, o console era triangular e cada um dos seus lados tinha um controle diferente. Seguindo a mesma linha, o Museu do Videogame Itinerante traz o Coleco Telstar Combat, de 1977, que tinha como foco o público que gostava de tanques de guerra.

Outro videogame do acervo, o Action Max, de 1987, trazia jogos de tiro em fitas de videocassete. Os curiosos também podem curtir o Bandai Pip Pin Atmark, o único videogame criado pela Apple, em 1995. Todos os itens trazem informações com nome, data de lançamento e detalhes técnicos dos videogames. Alguns consoles antigos trazem também vídeos com comerciais de época e detalhes de como funcionavam.

Um dos diferenciais do Museu do Videogame Itinerante é que, além de conhecer consoles e jogos raros, os visitantes também podem jogar em alguns videogames que fizeram história, tais como o Telejogo Philco-Ford (1977), Atari 2600 (1976), Nintendinho 8 bits (1985), Master System (1986), Mega Drive (1988), Super Nintendo (1990), Nintendo 64 (1996), Game Cube (2001), Sega Dreamcast (1998), Xbox (2001), Playstation 1 (1994), entre outros.

“Temos grandes colecionadores no país que fazem parte de grupos que lutam para preservar a história, como o Canal 3, e o Museu doVideogame Itinerante chega apenas como mais um para auxiliar nessa tarefa. Não temos intenção de ser o maior ou melhor, mas sim mostrar ao público que os jogos eletrônicos precisam ser reconhecidos também como história, cultura e arte. Para as novas gerações de consoles existirem, como PlayStation 4, Xbox One, Wii U, entre outros, houve mais de quatro décadas de evolução”, explica Cleidson Lima.

Para mais informações sobre o Museu do Videogame, basta acessar o endereço www.facebook.com/museudovideogameitinerante ou enviar e-mail para museudovg@gmail.com.

Robocop: máquina e gente ao mesmo tempo

“Os robôs estão evoluindo” ou “Um dia serei um robô”

Outro dia numa palestra de Peter Hinssen, promovida pela GS1, em São Paulo, muitas pessoas se surpreenderam com o fato de o Google ter adquirido uma empresa de produtos militares que fabrica robôs quadrúpedes, a Boston Dynamics. Os seres mecânicos desta companhia poderão servir – em breve – para levar encomendas para compradores online até os lugares mais remotos do planeta, conforme apresentou Hinseen. Mas será só isso?

“Estaria o Google se tornando uma OCP?”, perguntou-me um amigo que assistiu à palestra comigo.

A OCP, para quem não se lembra, era a megacorporação “Omni Consumer Products” da série de filmes Robocop. A OCP tinha presença em praticamente todo ramo onde se pode ganhar dinheiro, produzindo de tudo, de pequenos produtos de consumo até equipamentos militares. Entre os projetos estava o personagem principal dos filmes, o Robocop, um robô feito com o cérebro e rosto de um policial humano abatido em um confronto com bandidos.

De fato os robôs estão em todas as partes e se tornando muito parecidos com seres vivos. Há projetos que já propõem o uso mesclado de robótica com tecidos vivos e, em poucos anos, devemos ter máquinas cobertas por tecidos epiteliais andando por aí.

Cena do filme Eu, Robô

E aqui, mais uma vez, entra o cinema para nos lembrar de como o futuro tem sido imaginado pelos nossos profetas da sétima arte e pelos escritores que os inspiraram. I, Robot (Eu, Robô) é um filme futurista, baseado na obra de Isaac Asimov, mais precisamente, nas Três Leis da Robótica que o escritor criou. No filme, os robôs passam a ser confundidos com seres humanos – não vou falar mais para não estragar o petisco de quem ainda não assistiu ao filme.

Ainda sobre isto lembrei-me de um artigo escrito em meados da década passada por Ray Kurzweil, cientista e visionário, intitulado “Viva o suficiente para viver para sempre”, no qual ele diz que haverá, nos próximos anos, duas formas principais de as pessoas passarem a ser imortais:

1) As pessoas serem armazenadas em software: ou seja, sistemas irão aprender a simular as decisões e comportamentos de seres humanos com base em aprendizados sobre como um ser humano específico se comportou em determinadas situações, seus registros em redes sociais como o Facebook, emails respondidos, mensagens trocadas, tom de voz etc. No futuro, meu tataraneto poderia me perguntar virtualmente o que eu faria em uma situação qualquer e a máquina daria a ele uma resposta como se fosse a minha – provavelmente muito parecida, se não for manipulada. Quem sabe?

2) Outra forma – e esta é a que cabe neste artigo – seria a robotização de seres humanos e humanização das máquinas. Cada vez mais os seres humanos passarão a substituir órgãos falidos de seus corpos por peças mecânicas e os robôs tomarão cada vez mais a forma de seres vivos, com pele, cabelos, suor etc. Assim, será impossível em algumas décadas, segundo Kursweil, saber quem nasceu robô e quem nasceu humano.

Você enlouqueceu, Perin? E está se deixando influenciar pela leitura de coisas de gente louca? – você provavelmente pode me questionar assim. Por isso, selecionei alguns vídeos para ilustrar que o que estou dizendo não é piração. Já está se tornando realidade: