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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

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Category: Tecnologia

Uma das maiores empresas de saneamento do segmento privado do País, a Aegea está presente em 48 cidades e 10 estados do Brasil. Em apenas sete anos de atuação, a companhia já conquistou 23% do mercado privado de saneamento básico, administrando todo o processo de abastecimento, coleta e tratamento de esgoto de mais de 5,4 milhões de pessoas.

“Todos os projetos desenvolvidos pela Aegea contam com tecnologia de ponta e sistemas sempre atualizados para acompanhar o desenvolvimento dos municípios, independentemente de seu porte”, afirma Dan Ramon Ribeiro, Líder Corporativo de Gestão de Energia da AEGEA. Coerente com essa linha de aprimoramento tecnológico, a empresa, em 2016, participou do Innoweeks, uma iniciativa de coinovação da SAP Labs que reúne, todos os anos, empresas, pesquisadores acadêmicos e parceiros de tecnologia em torno de um objetivo: encontrar soluções baseadas em Big Data e IoT para desafios comerciais existentes.

“A Aegea tem como foco fornecer água – cujo bombeamento é baseado em energia elétrica – e disponibilizar serviços para cidades pequenas e médias. Isso só é viável se compatibilizarmos o custo da eletricidade, da água e dos próprios serviços às populações com faixas de renda menos favorecidas”, explica Ribeiro. “Então, o desafio que levamos ao Innoweeks foi o de desenvolver uma solução capaz de reduzir os custos operacionais do ProLagos, empresa da Aegea em Búzios, responsável pelo saneamento da região dos Lagos, no Estado do Rio de Janeiro”, conta o executivo.

A partir do objetivo apresentado, um time de cinco especialistas da Aegea e 20 integrantes da SAP Labs puseram mãos à obra para desenvolver e apresentar um protótipo denominado Sistema de Saneamento Inteligente. Daniel Duarte, líder de Inovação e Experiência do Cliente da SAP Labs, explica que o time modelou o cenário do cliente em aplicações de machine learning “usando conceitos como redes neurais e previsão de séries temporais para prever situações críticas, sugerir como resolvê-las e direcionar simulações para melhorar a tomada de decisões”.

Na avaliação da Aegea, a solução desenhada pela equipe permite o fornecimento de água de maneira eficiente, com aumento da segurança e da assertividade da distribuição, otimizando a operação da empresa, e a redução do consumo de energia. “A utilização de Machine Learning foi essencial para o desenvolvimento de uma solução capaz de gerar mais eficiência em nossa operação”, constata Victor Barreto, Supervisor de Automação Aegea do Prolagos.

A ideia de utilizar Internet das Coisas para conectar equipamentos, fazer medições online em tempo real e disponibilizar os dados obtidos no Centro de Controle resultou em um significativo aumento de eficiência operacional, segundo o supervisor da AEGEA. Ele conta que, hoje, a empresa está disponibilizando, implementando e instalando equipamentos que medem todos os parâmetros necessários para determinar a eficiência em cada bomba de motor instalada no sistema, propiciando menor perda de água e menor gasto de energia para os serviços fornecidos.

“Nosso problema foi entendido, avaliado e a solução necessária disponibilizada, como protótipo, pela SAP. Foi extremamente criativo e muito produtivo participar do processo de desenvolvimento e o resultado foi tão interessante que nos levou a pensar em também aplicar esses próprios conceitos em outras unidades da empresa”, conclui Ribeiro.

O Líder de Inovação e Experiència do Cliente do Cliente da SAP Labs comemora: “Quando unimos forças com o Prolagos para desenvolver esse protótipo, sabíamos que o impacto ao oferecer um serviço de maior qualidade e melhorar a eficiência energética no sistema seria bom não apenas para o negócio, mas também para todo o meio ambiente”.

Para atender a uma solicitação da Sabesp, que exige que suas obras nas Estações Elevatórias de Esgoto sejam gerenciadas e fiscalizadas utilizando o BIM (Modelagem da Informação na Construção), a JHE, empresa de engenharia consultiva especializada no gerenciamento e supervisão de obras de infraestrutura, contratou a consultoria do Construtivo, empresa de Tecnologia da Informação especializada no setor de engenharia e construção, para apoiar dois projetos localizados na região de Santana do Parnaíba, em São Paulo.
A primeira etapa envolveu a modelagem em BIM 3D, na qual foram estabelecidos modelos interativos com informações inseridas em cada propriedade do projeto, como estrutura, arquitetura, hidráulica e elétrica. Nesta fase, o efeito imediato foi no planejamento da execução. “O modelo permitiu uma melhor compreensão do objeto a ser construído por parte dos envolvidos, o que certamente irá contribuir para a excelência no desempenho durante a execução”, aponta o Orlando Cassettari, engenheiro da JHE.
Com a modelagem parametrizada, passou-se para a fase BIM 4D, na qual foi realizada a integração dos modelos 3D com o planejamento e cronograma da obra por meio de vídeos que retratam o avanço da construção ao longo do tempo, separando ações de edificação, demolição e contração. Por fim, entrou o BIM 5D, que se refere à extração de quantitativos e vínculo com o orçamento.
“Todas as fases do projeto foram realizadas com o objetivo de integrar o setor de gerenciamento de obra, facilitar a troca de informações de forma segura e fidedigna, auxiliar no processo de medição de obra e melhorar a visualização dos projetos para suas inevitáveis compatibilizações e tomadas de decisão”, explica o presidente do Construtivo, Marcus Granadeiro. Segundo o executivo, o modelo impacta não apenas na construção devido à sua melhoria na eficiência, mas também no gerenciamento e na fiscalização.
Para a JHE, o BIM, quando utilizado na elaboração do projeto, produz um salto de qualidade na realização dos empreendimentos. “Seguindo essa modelagem em todas as suas etapas – concepção, projetos básico e executivo e execução da obra, os empreendimentos terão qualidade de construção, prazo e custos compatíveis com o que foi previsto. Temos a consciência de que como empresa gerenciadora, devemos nos preparar para acompanhar a evolução dos processos técnicos de elaboração de projetos e execução de obras e com isso melhor atender as necessidades dos clientes”, complementa Cassettari.

Dentre os mais de 1.000 participantes brasileiros da pesquisa Unisys Security Index, a maioria dos cidadãos do País acredita que a consolidação dos documentos pessoais como RG, CPF, carteira de habilitação e título de eleitor em um registro único, além da adição de uma identificação biométrica será uma iniciativa eficaz para promover a segurança pessoal. Apenas 13% não concordam com a união destes documentos como medida de proteção e 14% ainda não têm certeza sobre a questão.

O Unisys Security Index é um índice de referência mundial sobre o tema segurança e considera as seguintes variáveis para sua construção: Segurança Pessoal, Segurança Pública, Segurança na Internet e Segurança Financeira, o que determina um indicador de cada país pesquisado e um global, em uma escala de 0 a 300, na qual 300 é a maior taxa de preocupação com o tema segurança e 0 a menor. No Brasil, o índice total apresentado foi de 189 pontos, enquanto que a média no mundo foi de 173 pontos.

A pesquisa Unisys Security Index, realizada em 13 países, questionou os mexicanos em relação ao mesmo tema, a qual apresentou um percentual muito semelhante ao do Brasil, já que três quartos dos entrevistados (75%) apoiaram a unificação das informações pessoais. Apenas 10% não concordam com a iniciativa e 15% não estão certos sobre o tema.

Entre os brasileiros, 78% dos homens e 69% das mulheres acreditam que a unificação do registro pessoal é uma medida fundamental para a proteção dos dados privado. O percentual se eleva nas faixas etárias mais altas, entre 45-54 anos (80%) e 55-65 anos (85%), principalmente quando comparado aos jovens (faixa etária de 18 a 24 anos), que apresentaram o menor índice, apenas 65% apoiam a unificação.

Diferente do Brasil, o apoio a esta iniciativa entre os jovens no México é o que apresenta o maior percentual, 79% dos entrevistados entre 18 e 24 anos concordam que a unificação dos dados pessoais promoveria maior proteção.

A aceitação também é elevada entre os brasileiros com alto grau de escolaridade, com 75% dos entrevistados com nível superior e pós-graduação sendo a favor da consolidação das informações pessoais.

Na camada da população brasileira de alta renda, o apoio à medida é de 80%, enquanto que o percentual entre a classe média e a baixa é igual, 72% dos entrevistados de cada grupo apoiam a iniciativa. No México, a aprovação é alta em todos os níveis socioeconômicos, sendo que a classe com renda mais baixa (77%) é a que se destaca no apoio à unificação dos documentos.

“A unificação dos registros públicos dos cidadãos no Brasil permitirá maior confiabilidade aos documentos, que atualmente não incluem dados de sinais biométricos, o que acaba dando margem para falsificações, atos ilícitos e criminosos. Além disso, a iniciativa vai auxiliar na desburocratização, contribuindo para modernizar os sistemas e evitar fraudes”, afirma Guilherme Artuso, SME Especialista na Vertical de Setor Público da Unisys para América Latina.