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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

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Category: Negócios

A SIM, maior rede de postos do Brasil, conta há 4 anos com a inteligência da Linx, empresa líder em software de gestão para o varejo, em suas 130 unidades espalhadas pelo Brasil. Desde a implementação, o índice de disponibilidade do sistema aumentou 47% em relação a performance anterior, o que foi decisivo para o cliente reduzir o tempo médio de atendimento em 23% e ter uma evolução significativa no modelo de gestão dos preços.

“Escolhemos a Linx porque, além de ser a maior empresa de software de varejo do país, possui robustez e consistência em sua estrutura para suportar nossa operação, o que fornece maior capacidade de absorção de nossas demandas. Além disso, a Linx nos traz um diferencial competitivo, uma vez que nos permite caminhar lado a lado com as evoluções tecnológicas do varejo”, exalta Diego Argenta, diretor executivo da SIM.

A rede SIM optou pelas soluções integradas da Linx para gestão do seu negócio, utilizando na operação dos postos a agilidade, flexibilidade e simplicidade da solução AutoSystem e na retaguarda a robustez do ERP Linx EMSys, que funcionam de forma integrada e transparente proporcionando uma solução única no mercado para gestão de grandes redes. Além disso, utiliza as soluções de TEF e conciliação de cartões, buscando na Linx um parceiro para prover as soluções tecnológicas necessárias para encarar os desafios do varejo.

Argenta comenta que outro ponto bastante satisfatório na parceria foi a velocidade do processo de implementação do sistema na rede. “Em 7 meses de projeto já tínhamos implantado o sistema em todas as 94 unidades existentes então e mais de 500 usuários diretos foram treinados pela equipe da Linx. Tudo isso sem parar a operação dos postos em nenhum momento. O executivo complementa que as soluções Linx trouxeram segurança para continuidade do projeto de crescimento da empresa.

Desde a contratação do sistema, a SIM, que está presente em 45 cidades nos estados do RS, SC e PR, já cresceu cerca de 40% em número de postos. Para os próximos anos, quer continuar evoluindo com a Linx na unificação dos seus sistemas, além de implementar modelo de gestão de Compras e de Logística (Centro de Distribuição e Controle de Frota) e Contabilidade.

Para Leonardo Orsi, diretor do segmento de Postos na Linx, é gratificante a parceria. “Assim como a SIM Rede de Postos, também buscamos facilitar a vida de nossos clientes, oferecendo soluções inteligentes e completas que beneficiem não apenas o modelo de negócio da empresa, mas principalmente o consumidor”, completa.

A crescente popularização do blockchain como plataforma capaz de revolucionar diversos setores da sociedade faz com que a tecnologia chame a atenção de instituições governamentais, bancos e empresas. Há, porém, diferenças fundamentais na aplicação do sistema para cada propósito e, principalmente, no uso de blockchains públicas e privadas. De acordo com Luiz Calado, economista-chefe do Mercado Bitcoin (www.mercadobitcoin.com.br) – maior corretora de criptomoedas da América Latina – o sucesso dos projetos depende diretamente desse entendimento.

Calado lembra que o conceito do blockchain foi criado por Satoshi Nakamoto para servir exclusivamente de suporte às transações do Bitcoin, ainda que não tenha sido usado este termo no paper original. Devido a seus benefícios, como segurança, imutabilidade, transparência, validação distribuída e baixo custo comparado com as soluções atuais, novas aplicações do conceito foram desenvolvidas e a tecnologia se tornou atraente para o uso corporativo. “Por ser um sistema supostamente à prova de fraudes, o blockchain passou a ser visto como uma solução tecnológica aplicável nos mais diversos setores, mas é preciso ter cautela. Há soluções tecnológicas melhores, dependendo da necessidade da empresa, inclusive a opção de blockchains privadas”, afirma o economista-chefe do Mercado Bitcoin.

A grande diferença de um blockchain privado para o sistema criado por Nakamoto – conhecida por blockchain pública – está no fato de que a primeira é uma rede permissionada. Ou seja, para visualizar e realizar transações em um blockchain privado é preciso conseguir uma permissão da empresa ou grupo de empresas responsável pela rede, uma vez que essa rede é composta necessariamente por partes que se conhecem e já existe uma relação de confiança estabelecida entre elas.

“Gerar confiança onde as partes não precisam se conhecer e não exigir permissão para interagir com a rede são os principais pontos que diferenciam uma blockchain pública. Contudo, não é viável para uma empresa privada ter um sistema tão aberto e transparente sobre todas as suas transações, já que esse perfil de corporação necessita estabelecer controle sobre quem acessa suas informações para manter vantagem competitiva”, explica Calado, complementando: “Isso gerou o conceito de blockchain privado”.

Confira abaixo a análise do especialista sobre as principais características e diferenças entre os dois tipos de plataforma:

Blockchain pública

Uso de criptomoeda: serve como unidade de valor transacionada pela rede e também como incentivo econômico ao uso honesto da rede.

Não permissionado: qualquer pessoa realizar transações e consultar o histórico de transações da rede sem pedir autorização a ninguém.

Decentralizado: a rede não tem um dono e suas regras são definidas pelo consenso dos usuários de forma descentralizada.

Mudanças são mais lentas: blockchains públicas geralmente são compostas por centenas ou milhares de membros que não se conhecem e para que uma mudança seja realizada é preciso do consenso da grande maioria deles. Isso pode fazer a implementação de uma melhoria esperar bastante tempo.

Blockchain privada

Dispensa criptomoeda: é possível dispensar o uso do incentivo econômico através da criptomoeda, uma vez que já existe uma relação de confiança entre as partes respaldada em acordos comerciais.

Permissionado: exige permissão da empresa ou conjunto de empresas responsáveis pela rede para participar e interagir com o blockchain.

Centralizado: a rede está no controle de uma empresa ou conjunto de empresas e suas regras são definidas por eles.

Mudanças são mais rápidas: blockchains privadas geralmente são compostas por poucos membros e eles geralmente já estão bem alinhados sobre determinada mudança caso ela precise acontecer. Isso faz com que implementações de melhorias sejam realizadas mais rapidamente.

O cliente faz uma encomenda e recebe o pacote em casa em duas horas. Mais que um sonho de qualquer consumidor, em especial dos que já aderiram às compras pelo smartphone, este é o cenário previsto para daqui dez anos pela Zebra Technologies. O estudo O Futuro da Operação Omnichannel, conduzido pela companhia, analisa como fabricantes, empresas de transporte e logística (T&L) e varejistas se preparam para atender às crescentes necessidades da economia sob demanda, na qual os consumidores buscam uma experiência de compra mais rápida e fácil.
Entre as descobertas, o destaque fica para novos prazos de entrega: 78% das empresas de logística esperam entregar pedidos no mesmo dia em 2023 e 40% antecipam que os pacotes chegarão aos compradores em um prazo de duas horas em 2028. Além disso, 87% dos entrevistados pretendem terceirizar as entregas ou usar serviços especializados em entregas rápidas para finalizar pedidos específicos em 2028.
MIGRAÇÃO PARA OMNICHANNEL E OUTRAS TENDÊNCIAS

Atualmente, apenas 39% dos entrevistados na cadeia de fornecimento operam no formato omnichannel. Para essa mudança ocorrer, um terço dos entrevistados apontou a redução de pedidos atrasados como o maior obstáculo, seguido pela alocação de estoque e custos de transporte.
Pensando nessa migração para a venda multicanais, 76% dos varejistas pesquisados usam o estoque da loja para concluir pedidos online e 86% planejam implementar e-commerce com retirada de produtos no ponto de venda já no ano que vem. Os varejistas estão investindo na modernização de lojas para funcionar como centros de pedidos online, reduzindo o espaço de vendas para acomodar devoluções e cobranças originadas pelo comércio eletrônico.
Isso porque, globalmente, 87% dos entrevistados enxerga o recebimento e gerenciamento de produtos devolvidos como algo desafiador. Quanto mais aumenta a oferta de entregas gratuitas e rápidas, mais aumenta o retorno de produtos – uma preocupação cara que os varejistas lutam para gerenciar com eficiência através de diferentes modelos de compra.
Sete em cada dez executivos do setor entrevistados concordam que os varejistas vão cada vez mais transformar suas lojas em centros de recebimento para acomodar os produtos devolvidos. Outros dados interessantes: mais de 60% dos comerciantes online que atualmente não oferecem frete ou devolução gratuita possuem planos para adotar a entrega no mesmo dia da compra e 44% dos entrevistados pretende contratar uma empresa especializada para administrar a gestão de devoluções.
“Impulsionados pelo comprador sempre conectado e experiente em tecnologia, varejistas, fabricantes e empresas de logística estão colaborando e trocando papéis para atender às expectativas de entrega dos compradores. Segundo nosso estudo, 89% dos entrevistados concordaram que o comércio online os está direcionando para a necessidade de uma entrega mais rápida. Em resposta, as empresas estão se voltando para a tecnologia digital e analisando como trazer automação, visibilidade de mercadorias e inteligência comercial para a cadeia de suprimentos, a fim de estarem prontas para competir na economia do consumidor sob demanda”, afirma Ana Maria Cabrales, Diretora de Marketing de Verticais da Zebra Technologies.
Embora 72% das organizações usem códigos de barras, 55% ainda têm processos ineficientes. Até o ano de 2021, 94% usarão computadores móveis com scanners de código de barras para a logística omnichannel, o que aumentará a eficiência ao fornecer acesso em tempo real aos sistemas de gerenciamento de estoques.
Estima-se que o número de plataformas para esse gerenciamento com tecnologia RFID cresça 49% nos próximos anos. As soluções de software, hardware e etiquetação habilitadas para RFID permitem o acompanhamento em tempo real, aumentando a precisão e a satisfação do comprador, enquanto reduzem a escassez de produtos, estoques excessivos e erros de reabastecimento.
A pesquisa revelou ainda que as cadeias de suprimentos de última geração irão aderir a soluções conectadas, de inteligência de negócios e automatizadas que trarão nova velocidade, precisão e lucratividade ao transporte e aos profissionais do setor. Os executivos entrevistados acreditam que as tecnologias mais disruptivas sejam drones (39%), veículos autônomos (38%), tecnologia móvel (37%) e robótica (37%).
PRINCIPAIS DADOS REGIONAIS

A necessidade de precisão de estoque continuará aumentando na América do Norte. Fabricantes, empresas de logística e traders avaliaram a exatidão atual em 74% e relataram a necessidade de que ela chegue a 83% para controlar o aumento na logística omnichannel.
Na América Latina, as taxas cobradas pelo envio e devolução também estão passando por grandes mudanças. Aproximadamente 40% dos entrevistados planejam suspender o frete grátis, 55% devem começar a cobrar pelas devoluções e 61% preveem eliminar o uso de depósitos de terceiros para armazenar os produtos devolvidos.
Oito entre dez entrevistados com poder de decisão concordam que o comércio eletrônico está impulsionando a necessidade de uma entrega mais rápida. No Brasil, 73% dos entrevistados concordam que o comércio eletrônico exige entregas mais rápidas. No México, 60%; Chile 45% e Colômbia 37%.
Na América Latina, os líderes ainda estão desenvolvendo suas cadeias de suprimento de maneira linear, mas também tentam oferecer opções flexíveis de conformidade e experimentam novas abordagens, que incluem entrega em casa ou retirada na loja para compras online com opções de prazo de uma hora. Apenas 41% dos entrevistados consideram estar operando hoje como omnichannel, enquanto 57% estão planejando essa mudança. Quando avaliamos esse item por países, encontramos os seguintes índices: Brasil – 45% consideram ter uma operação omnichannel e 54% estão planejando; México – 33% já são omnichannel e 65% estão em planejamento; Colômbia – 41% e 55%, respectivamente; e Chile – 34% e 63%, respectivamente.
Os varejistas da América Latina estão trabalhando para oferecer aos consumidores uma experiência de compra 24 horas por dia, sete dias por semana, uma experiência contínua que já faz parte da expectativa dos compradores. Portanto, os varejistas devem ter uma forte estratégia de conformidade e uma abordagem detalhada e integrada para atender às necessidades dos consumidores.
Com relação ao ponto abordado no início, oito dos dez entrevistados da América Latina no setor de transporte e logística esperam estar aptos a realizar entregas no mesmo dia nos próximos cinco anos; oferecer o serviço em duas horas em 2028 é a expectativa de 46% deles. No Brasil, 27% esperam entregar dentro de duas horas em cinco anos e 40%, em dez anos; No México, os índices são de 33% e 51%, respectivamente; na Colômbia, de 34% e 56%; e, no Chile, de 33% e 42%, respectivamente.
METODOLOGIA DO ESTUDO

O estudo do futuro omnichannel da Zebra entrevistou mais de 2.700 profissionais de transporte e logística, varejistas e empresas de manufatura sobre seus planos, níveis de implementação, experiências e atitudes em relação à logística omnichannel.
As pesquisas foram realizadas em colaboração com a Qualtrics em 2017 nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Colômbia, Chile, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Rússia, Espanha, China, Índia, Austrália e Nova Zelândia.