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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

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Category: Gestão

Com a pluralidade da internet, plataformas tecnológicas voltadas ao mercado de empregos, carreira e empregabilidade têm ganhado cada vez mais destaque. A Catho, por exemplo, faz a intermediação do contato entre trabalhadores em busca de uma vaga e empresas à procura de profissionais, e oferece serviços e recursos que podem auxiliar o profissional em diversas fases de sua carreira. Além disso, o site permite que novos assinantes façam um teste gratuito por sete dias.

Com aproximadamente oito milhões de currículos cadastrados, o “classificado online de empregos”, como definiu Eber Duarte, Diretor de TI da Catho, tem no escritório de Barueri, na Grande São Paulo, cerca de 830 funcionários. A empresa buscou a Brasoftware, uma das maiores e mais tradicionais parceiras da Microsoft no Brasil, para ajudá-los em um projeto de gestão de seus ativos, uma vez que a Catho fazia aquisições individualizadas de licenças de softwares.

Após a execução do SAM, realizado no final de 2016, a Catho passou a ter um painel de controle, onde pode identificar oportunidades de otimização de hardware e licenciamento de software. “Com nosso projeto, o cliente tem uma fotografia dinâmica dos seus ativos, e através de metodologia de uso e instalação, conseguimos apresentar à Catho a otimização do licenciamento em servidores que estavam, por exemplo, duplicados. Isso trouxe uma nova gestão e ampliação das políticas internas com maior conformidade”, ressaltou Fernando Brito, Gerente de SAM na Brasoftware.

A Brasoftware também esteve envolvida na migração da versão do Microsoft System Center, solução destinada para a gestão de TI, infraestrutura de servidores, estações de trabalho e dispositivos móveis. “Com o System Center, você gerencia com flexibilidade seus datacenters tradicionais, nuvens privadas e públicas”, continuou Fernando.

Outro projeto em andamento é a consolidação de servidores através da virtualização, otimizando os investimentos da Catho em licenciamento, manutenção e energia através da consolidação do datacenter atrelados ao ganho em Flexibilidade, Disponibilidade e Segurança.

“Além de garantir a padronização com o gerenciamento de templates, instalação de máquinas e desktops, a virtualização traz recursos suficientes para condensar mais máquinas em um único hardware; com a sobra (economia em licenciamento), atendemos várias demandas sem prejuízos de consumo, ganhamos agilidade e economizamos com os servidores”, destaca Eber.

Hoje o resultado do projeto de SAM permite à Catho não só estar compliance com as leis, mas também validar anualmente se a gestão de ativos tem evoluído e se mantido eficiente para o controle do parque de software.

A Sabesp está concluindo a implantação de um projeto denominado “Gerenciamento Seguro de Acesso Lógico Privilegiado a Data centers”.

O projeto é apoiado pela Netbr, empresa especializada em tecnologias de acesso e gestão da identidade digital, e abrange dois grandes data centers da empresa de saneamento instalados na capital paulista. O objetivo é implementar uma política de segurança e gerenciamento de acesso para os sistemas críticos dos data centers em conformidade com as exigências mas rigorosas do mercado, como ISO 27001, ISO2 70018. A solução também é compatível com os princípios regulatórios internacionais Sabanes-Oxley, uma exigência relacionada ao fato de a Sabesp ter suas ações (ADRs) negociadas nas bolsas norte-americanas.

Com a ativação do projeto, iniciada neste mês de maio, o antigo modelo padrão de senhas memorizáveis, passa a ser substituído por um modelo de senhas fortes com sintaxe randômica e dinâmica e com ciclo de vida limitado.

Estas novas e complexas credenciais têm, no mínimo, 16 caracteres, envolvendo letras, números e figuras gráficas. Seu uso se torna viável porque não necessitam (e não podem) ser gerenciadas pelo próprio usuário, e sim por uma inteligência analítica baseada em regras estritas de navegação e permissões de interação dentro da rede.

Ao invés de acessar diretamente as áreas dos servidores, os usuários com privilégio (que operam com recursos de controle, serviço, configuração e informação estratégica), passam agora a acessar uma espécie de ponte lógica de checagem (gateway). Trata-se de uma camada de controle, política e auditoria que analisa e confere, em tempo real, tópicos como o perfil de identidade do usuário, seu histórico de navegação, seu padrão de interações com o sistema e suas requisições atuais.

Esta camada de gerenciamento é baseada em uma plataforma de supervisão online (a Balabit PSM – Privileged Session Management), que aplica sua inteligência analítica em todos os eventos de acesso ao longo das redes fixa, móvel e na nuvem. A mesma tecnologia garante definição de políticas e gravação de trilhas de auditoria para a recuperação rápida de relatórios de acesso com objetivos forenses ou de compliance, sem comprometer ou mudar a forma de trabalho atual das equipes.

A solução de acesso vigilante e proativa – através do Balabit PSM – está integrada a uma plataforma de gerenciamento de credenciais (cofre de senhas) que se encarrega da custódia, concessão e controle do ciclo de vida das senhas de privilégio, que são usadas tanto por funcionários, quanto por colaboradores terceirizados.

Ao se identificar com suas credenciais de identidade, o usuário privilegiado é auditado em cada uma das sessões de acesso e só então recebe uma senha, extraída em tempo real do cofre, sendo esta válida apenas para as finalidades específicas da sessão.

De acordo com Osvaldo Antonio Pazianotto, Superintendente de TI da Sabesp, o controle de privilégios é parte essencial da busca de melhorias contínuas e excelência operacional da empresa. “Nossos data centers estão no coração da estratégia operacional, não só em nível administrativo, mas também no controle dos ativos diretamente ligados à produção, como subestações de tratamento, sensores de telesserviço e bombas de captação” assinala Pazianotto.

Para Daniel Bocalão Júnior, Gerente de Conectividade e Segurança da Informação da Sabesp, o controle de privilégio cria uma barreira de proteção compatível com novos modelos de violação de segurança e sigilo de dados surgidos com a mobilidade e a expansão da nuvem.

“As pesquisas mostram que as senhas de privilégio representam alta vulnerabilidade, principalmente no cenário atual em que o data center necessita atender gigantescos fluxos de acesso simultâneo e concorrente a partir de múltiplas origens”, comenta Bocalão.

O projeto de controle de privilégios é coordenado pela célula de Segurança em TI e gerenciado com o apoio do Escritório de Projetos da Sabesp e terá implantação gradual para não comprometer a atividade dos data centers.

O projeto teve inicio no final de 2016 e, já em maio deste ano, boa parte dos usuários privilegiados está utilizando a solução. Como a implantação não causa qualquer impacto significativo, nem exige alterações radicais no ambiente, a incorporação de todos os usuários está prevista para acontecer ainda em junho próximo.

De acordo com André Facciolli, CEO da Netbr, uma característica do projeto de gerenciamento seguro de acessos da Sabesp está exatamente na rapidez da sua implementação e nesta execução transparente, isto é, sem afetar o dia a dia da operação.

“Além disso, as equipes de TI da Sabesp fizeram um excelente preparo dos usuários, o que está tornando muito mais rápida e tranquila a migração das equipes para o novo modelo de acesso e políticas de senhas fortes”, completa Facciolli.

O código de barras pode ser um importante aliado de micro e pequenos empresários para otimizar processos, gerenciar melhor os estoques e implantar inovações. A implantação da tecnologia repercute na potencialização dos resultados e aumento das vendas. Por isso, o Sebrae Nacional incentiva a adoção do código de barras em todos os segmentos de atuação. Graças à parceria firmada com a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços como o código de barras e radiofrequência (EPC/RFID) e comunicação na cadeia d e suprimentos a entidade tem qualificado seus colaboradores para que possam repassar, com ainda mais propriedade, as informações necessárias ao público-alvo.

O trabalho conjunto entre Sebrae e GS1 Brasil levou ao mapeamento das principais necessidades quando o assunto é codificação de produtos e sua aplicação aos negócios. Esses dados, compilados, foram distribuídos a todas as unidades do Sebrae no País, via ensino a distância. Em outra frente, para auxiliar os empreendedores a compreender melhor o funcionamento deste mecanismo, criaram a Cidade Virtual, um infográfico que detalha como a GS1 Brasil faz para aumentar a eficiência das cadeias de suprimentos, a lucratividade dos negócios e a melhoria na experiência de compra do consumidor.

Os processos padronizados, em função da estrutura numérica dos códigos, auxiliam a administração e elevam as possibilidades de negócios. Para que isso seja possível, é preciso observar os requisitos técnicos para a sua correta construção e uso como cores e tamanhos para cada tipo de produto e aplicação. É como se fosse uma impressão digital: a identificação é única do produto. Isso é possível graças ao Número Global do Item Comercial, o GTIN, uma estrutura numérica específica por produto. O código EAN-13 (13 dígitos) é o mais utilizado para a codificação de produtos com leitura nos caixas do varejo, não só no Brasil, mas no mundo. Mas a evolução do código de barras é permanente, e novas tecnologias são lançadas, caso do GS1 Databar e GS1 Datamatrix. Cada código de barras, dentro de suas características, permite a rápida captação de dados, velocidade nas transações, precisão nas informações e possibilita atualização em tempo real. Tudo isso permite maior controle, diminuição de erros, gerenciamento remoto, velocidade no atendimento de pedido e clientes e redução de custos com erros de digitação e desvios.

O Sistema GS1 é adotado mundialmente por mais de 1,4 milhão de empresas dos mais variados portes e ramos de atividades, desde um artesão até grandes conglomerados industriais. Depois que um produto sai da fábrica, inicia um longo caminho até chegar às mãos do consumidor. “O uso de uma linguagem padrão global entre os parceiros de negócios é um dos fatores críticos do sucesso na obtenção de resultados”, destaca o presidente da GS1 Brasil, João Carlos de Oliveira.
Por dia, 6 bilhões de bips da leitura do código de barras são ouvidos ao redor do mundo. Uma prova de que essa tecnologia ganhou uma proporção tamanha que

não se pode mais imaginar a cadeia de suprimentos sem ela. Uma linguagem internacional de negócios, códigos que orientam o comércio mundial. “O código de barras é um instrumento fundamental para identificação de itens comerciais e captura automatizada. Ele permite o acesso das empresas a novos mercados”, garante Flávia Costa, coordenadora de Educação da GS1 Brasil.